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sexta-feira, novembro 18, 2011

Tibet: O apelo por ajuda!

Caros amigos,


Há alguns dias, Palden Choetso ateou fogo em si mesma e morreu. Desde o mês passado, nove monges e freiras budistas se auto-imolaram para protestar contra uma crescente repressão chinesa sobre o Tibet. Estes atos trágicos são um apelo desesperado por ajuda -- e podemos responder a seu chamado. A China restringe o acesso à região do Tibet, mas se conseguirmos persuadir seis governos que têm laços próximos com a China a enviarem diplomatas para essa área, vamos expor uma repressão esse ascendência, e salvar vidas. Assine a petição urgente agora!
Há alguns dias, Palden Choetso saiu do convento, despejou gasolina sobre seu corpo e ateou fogo em si mesma enquanto pedia por um "Tibet livre". Ela morreu alguns minutos depois. Desde o mês passado, nove monges e freiras se auto-imolaram como protesto contra uma crescente repressão chinesa sobre o pacífico povo tibetano.

Estes atos trágicos são um apelo desesperado por ajuda. Com metralhadoras em punho, as forças de segurança chinesa estão espancando e sequestrando monges, cercando os monastérios, e até mesmo assassinando idosos que defendem os monges -- tudo isso em uma tentativa de suprimir os direitos tibetanos. A China restringe severamente o acesso à região. Mas se conseguirmos persuadir alguns governos a enviarem diplomatas e expor essa crescente brutalidade, poderemos salvar vidas.

Temos de agir rapidamente -- essa situação horrível está saindo do controle por trás de uma cortina de censura. Cada vez mais temos visto que quando os próprios diplomatas são testemunhas das atrocidades, eles são motivados a agir, e aumentam a pressão política. Vamos responder ao apelo trágico de Palden e criar uma petição massiva para que seis líderes mundiais, que têm maior influência sobre Pequim, enviem uma missão ao Tibet e se posicionem contra a repressão. Assine a petição urgente:

https://secure.avaaz.org/po/save_tibetan_lives/?vl

Os tibetanos estão sufocando com o estrangulamento feito pela China. Eles são impossibilitados de praticar sua religião livremente -- fazer o download de uma foto do Dalai Lama na Internet pode levar um tibetano à prisão. E a situação fica cada vez pior na medida em que as tropas chinesas estão bloqueando os maiores monastérios, sequestrando monges e levando-os para programas de "re-educação patriótica". Essa situação horrorosa está saindo do controle.

Desde o começo do ano, 11 monges e freiras atearam fogo em si mesmos e a cada protesto a China aumenta o controle. Para os tibetanos, as auto-imolações são um sacrifício bastante sério que revelam o seu nível de desespero. Eles acreditam que o suicídio têm um impacto devastador no ciclo das reencarnações e pode levar uma pessoa a regredir 500 vidas. Mas a situação do Tibet é tão horrível que os monges e freiras estão perdendo sua posição nesse ciclo em troca de esperança pela atenção internacional e liberdade para seus irmãos e irmãs.

O governo chinês não permitirá que jornalistas e ativistas de direitos humanos entrem na região -- há algunas dias, jornalistas da Sky news e AFP foram expulsos da área. No entanto, diplomatas podem requisitar acesso. E, como vimos recentemente na Síria, são eles a melhor forma de conseguirmos relatos em primeira mão, de mostrar a China que o mundo está observando e de começar conversas políticas de alto-nível sobre os direitos humanos dos tibetanos.

Cabe a nós ativar o alarme global sobre a questão. Se conseguirmos que os EUA, Reino Unido, Austrália, Índia, França e a União Europeia envie uma delegação agora, eles podem pressionar a China por ação. Não temos tempo a perder -- assine a petição urgente:

https://secure.avaaz.org/po/save_tibetan_lives/?vl

Os membros da Avaaz apoiaram projetos que estão trazendo luz ao apagão de informações e defendendo a cultura tibetana e sua práticas religiosas. Mas a repressão impiedosa da China está aumentando. É hora de toda nossa comunidade se juntar para apoiar esse povo pacífico que está sacrificando suas próprias vidas em busca de direitos básicos. Vamos mostrá-los que o mundo não esqueceu os tibetanos.

Com esperança e determinação,

Emma, Iain, Dalia, Ricken, Diego, Shibayan, Giulia, e toda a equipe da Avaaz

Mais informações:

Passeata em homenagem a monges imolados reúne 10 mil pessoas (Terra)
http://noticias.terra.com.br/noticias/0,,OI5458151-EI188,00-Passeata+em+homenagem+a+monges+imolados+reune+mil+pessoas.html

Mais duas imolações pelo fogo para denunciar a repressão chinesa no Tibete (Público)
http://www.publico.pt/Mundo/mais-duas-imolacoes-para-denunciar-a-repressao-chinesa-no-tibete-1519559

Monge tibetana se suicida em protesto contra a repressão religiosa na China (Jornal do Brasil)
http://www.jb.com.br/internacional/noticias/2011/11/03/monge-tibetana-se-suicida-em-protesto-contra-a-repressao-religiosa-na-china/

Chinês ateia fogo ao corpo na Praça da Paz Celestial (O Globo) http://oglobo.globo.com/mundo/chines-ateia-fogo-ao-corpo-na-praca-da-paz-celestial-3249107

Morre freira tibetana que ateou fogo em si mesma (em inglês) (Sky)
AVISO: ESSE VÍDEO CONTEM IMAGENS FORTES
http://news.sky.com/home/world-news/article/16095074

Dalai Lama: 'Genocídio cultural' por trás das auto-imolações (em inglês) (BBC)
http://www.bbc.co.uk/news/world-asia-15617026


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Personagens: de diretor do FMI a possível vilão, conheça a trajetória de Strauss-Kahn

Personagens: de diretor do FMI a possível vilão, conheça a trajetória de Strauss-Kahn

20 de maio de 2011 • 17h52 Por: Anderson Figo

SÃO PAULO - De mocinho a vilão, Personagens do Mercado desta vez destrincha a história de um dos nomes mais polêmicos das últimas semanas: Dominique Gaston André Strauss-Kahn, o menino francês que cresceu em meio aos estudos e se tornou um dos mais importantes presidentes do FMI (Fundo Monetário Internacional), chegando a ser a pessoa mais cotada para vencer as eleições presidenciais da França em 2012, mas que agora vê sua carreira manchada por escândalos sexuais.

Filho da jornalista Jacqueline Fellus e do consultor financeiro Gilbert Strauss-Kahn, o ex-presidente do FMI nasceu na cidade francesa Neuilly-sur-Seine em 25 de abril de 1949. A família se mudou para o Marrocos em 1951, mas após um terremoto em 1960 eles passaram a viver no principado de Mônaco, onde Strauss-Kahn deu início aos seus estudos.

Pouco tempo depois, Strauss-Kahn voltou à Paris com a família para frequentar o colegial no Lycée Carnot, um renomado colégio francês. Vindo de família da classe média, ele teve a possibilidade de se dedicar a uma vida acadêmica intensa, sempre em boas universidades.

Assim, Strauss-Kahn fez graduação em economia pela HEC Paris em 1971 e em ciências políticas em 1972. Apesar de ter tentado sem sucesso ser admitido para estudar administração na École Nationale D'Administration, Strauss-Kahn também formou-se em direito e obteve um PhD em economia pela Université Paris.

Carreira política
Strauss-Kahn iniciou sua carreira como assistente de professor na Université Paris, onde posteriormente lecionou economia até 1978. Por conta de sua boa fama acadêmica, foi convidado a ser comissionário da Agência de Planejamento Econômico da França em 1981, mas deixou o cargo em 1986 para se tornar deputado.

Como deputado, Strauss-Kahn intensificou sua fama no meio político francês ao participar das negociações da Rodada Uruguai, que foi iniciada em setembro de 1986 e durou até abril de 1994. Baseada no encontro ministerial de Genebra do GATT (Acordo Geral de Tarifas e Comércio) de 1982, a Rodada do Uruguai nasceu em Punta del Este e espalhou uma onda de negociações entre grandes economias globais, culminando na transformação do GATT na OMC (Organização Mundial do Comércio).

Depois disso, ele foi galgando posições entre as classes políticas francesas, chegando a ser ministro das Finanças da França no período entre junho de 1997 e novembro de 1999. Nessa época, Strauss-Kahn foi apontado como um dos principais articuladores da Europa para a criação de uma moeda única para a região, o euro, que surgiu em 1º de janeiro de 1999.

Ingresso no FMI
Aos 58 anos de idade, em 2007, Strauss-Kahn conquistou um dos principais cargos na política econômica internacional: o posto de diretor presidente do FMI. No primeiro dia de seu mandato na instituição, Strauss-Kahn prometeu que iria reformar o quadro de 185 representantes-membros de cada nação e que contribuiria para o bem da economia global.

Para ingressar no Fundo, ele foi apoiado por 27 países da União Europeia, os Estados Unidos, a China e a maior parte do continente africano. À frente do FMI, Strauss-Kahn ficou conhecido por seu projeto de substituição do dólar norte-americano por outra moeda global, chamada de SDR (Special Drawing Rights). É claro que, por mexer com os interesses de grandes economias, o projeto não fez tanto sucesso assim entre os membros do Fundo.

Mas foi em um passado recente que Strauss-Kahn ganhou notoriedade estando na presidência do FMI. Isso porque ele foi apontado como um dos principais articuladores para resgatar as economias europeias afundadas na ainda persistente crise das dívidas soberanas. Vale lembrar que, até o momento, o FMI já acertou três pacotes de ajuda financeira à nações diferentes da UE: Grécia (€ 110 bilhões), Irlanda (€ 85 bilhões) e Portugal (€ 78 bilhões).

Uma vida de polêmicas
Coincidências do destino ou não, foi no auge de sua carreira, neste ano, que Strauss-Kahn transformou-se de bom moço a vilão aos olhos dos mercados globais. Em 2008, o FMI abriu um processo de investigação interna para apurar denúncias de que ele teria assediado uma economista do Fundo, chamada Piroska Nagy, que acusou Strauss-Kahn de utilizar de sua posição no FMI para persuadi-la a iniciar um caso.

Depois de algumas semanas de investigação, o FMI concluiu que de fato eles tinham tido um affair, mas negou que Strauss-Kahn teria utilizado de abuso de poder para isso. Piroska foi demitida da instituição e Strauss-Kahn foi mantido como diretor presidente do Fundo após divulgar uma nota pública em que pedia desculpas pelo ocorrido.

Mas em 2011, a conduta pessoal de Strauss-Kahn sofreu um novo baque - e um muito mais intenso. No último dia 15 de maio, Strauss-Kahn foi retirado de um avião - no qual iria para uma reunião entre os líderes da UE para acertar o resgate à Portugal - e colocado sob custódia da polícia de Nova York em função de novas acusações sobre tentativa de estupro. Desta vez a vítima foi uma faxineira do hotel que o executivo estava hospedado em NY para compromissos profissionais.

A notícia caiu como uma bomba sobre a carreira de Strauss-Kahn, que era apontado como principal candidato à presidência da França em 2012 pelo Partido Socialista, de oposição, além de ser considerado uma das figuras-chave nas negociações para resolução da crise da dívida soberana na Europa.

Depois da notícia, uma jornalista e escritora francesa, chamada Tristane Banon, veio à público acusá-lo de tê-la estuprado em 2002. Apesar de não ter denunciado Strauss-Kahn na época, a francesa afirmou que está estudando formalizar a acusação, já que o crime ainda não prescreveu. Uma segunda jornalista, que não se identificou, também acusou o ex-diretor do FMI de ter tentado iniciar um caso em troca de uma entrevista.

Renúncia do FMI
Depois de passar três dias atrás das grades, cresceram as pressões acerca da imagem do FMI relacionada a seu presidente. Tais pressões levaram Strauss-Kahn a renunciar seu cargo no Fundo, apenas quatro anos após sua entrada na instituição. Em sua carta de renúncia, Strauss-Kahn disse que precisava de tempo para provar sua inocência.

"É com grande tristeza que eu apresento hoje minha renúncia ao posto de diretor presidente do FMI. Faço isso pensando em minha esposa - que eu amo mais que tudo -, nos meus filhos, na minha família e nos meus amigos. Eu penso também nos meus colegas no Fundo; juntos nós presenciamos tantas coisas boas nestes últimos três anos e mais. À todos, gostaria de dizer que nego com toda clareza possível as alegações que foram feitas contra mim. Quero proteger esta instituição, a qual eu servi com honra e devoção e especialmente gostaria de dedicar todas as minhas forças, todo meu tempo e toda minha energia para provar minha inocência", escreveu Strauss-Kahn em seu pedido de renúncia.

O ex-presidente do FMI deixará a famosa prisão de Rikers Island, em Nova York, nesta sexta-feira, depois de um juiz autorizar que ele responda processo em prisão domiciliar na véspera, após o pagamento de US$ 1 milhão de fiança. Ele foi indiciado criminimalmente e deverá se manter em território norte-americano, confinado na casa de sua esposa em Nova York. Além de pagar fiança, ele também cedeu um título de US$ 5 milhões securitizado pela sua casa, além de também ter que ficar submetido a vigilância eletrônica e de um guarda armado 24 horas por dia.

O ex-diretor responde por sete acusações criminais, incluindo ato sexual criminoso, tentativa de estupro, abuso sexual, confinamento ilegal e carícias forçadas, e será julgado por cada uma delas. Caso seja julgado como culpado em todas elas, terá de cumprir uma pena máxima de 74 anos e 3 meses de prisão.

Após a renúncia de Strauss-Kahn, vários nomes estão sendo cogitados para o processo de sucessão – muitos, inclusive, ligados as economias emergentes. Até agora, a grande favorita para o cargo é a ministra de Finanças francesa Christine Lagarde, tendo a seu favor o predomínio do continente no posto. A francesa ganhou o respeito dos mercados durante a crise financeira e foi eleita a melhor ministra de finanças da Zona do Euro pela Financial Times.

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quarta-feira, novembro 16, 2011

Salve a Internet do Planeta

Caros amigos,


Nesse exato momento, o Congresso dos EUA está debatendo uma lei que pode conferir ao país o poder de censurar a Internet do mundo inteiro -- criando uma lista negra que pode ter o YouTube, Wikileaks e até mesmo a Avaaz como alvos! Agora, se apoiarmos alguns membros-chave do Congresso dos EUA, podemos derrotar essa tentativa de centura global da Internet. Clique aqui e ajude a construir uma petição global unca antes vista por uma internet livre e aberta:
Nesse exato momento, o Congresso dos EUA está debatendo uma lei que pode conferir ao país o poder de censurar a Internet do mundo inteiro -- criando uma lista negra que pode ter o YouTube, Wikileaks e até mesmo a Avaaz como alvos!

Sob essa nova lei, os EUA podem forçar os provedores de Internet a bloquearem qualquer website que seja suspeito de violar as leis de copyright e propriedade intelectual, ou que falhem em policiar suficientemente as atividades de seus usuários. E, por conta da maioria dos serviços de hospedagem de Internet estarem localizados nos EUA, essa lista negra poderia reprimir a web livre para todos nós.

A votação pode acontecer a qualquer dia, mas podemos ajudar a impedir isso -- alguns membros do Congresso querem preservar a liberdade de expressão e nos informaram que um clamor internacional ajudaria a aumentar a força deles lá dentro. Vamos urgentemente levantar nossas vozes de todos os cantos do mundo e criar uma petição global como nunca antes vista, apelando para que os tomadores de decisão nos EUA rejeitem esse projeto de lei e impeçam a censura da Internet. Clique abaixo para assinar e, em seguida, encaminhe para a maior quantidade de pessoas possível -- nossa mensagem será entregue diretamente para membros do Congresso dos EUA antes da votação crucial:

http://www.avaaz.org/po/save_the_internet/?vl

Durante anos, o governo dos EUA condenou países como a China e o Irã pela repressão ao uso da Internet. Mas o impacto das novas leis de censura na América do Norte pode ser ainda pior -- efetivamente bloqueando sites para todos os usuários de Internet ao redor do planeta.

No ano passado, um projeto de lei de censura da internet semelhante foi impedido antes de chegar ao Senado dos EUA, mas agora esse projeto está de volta em uma forma diferente. As leis de copyright e direitos autorais já existem, e são aplicadas pelas cortes. Mas essa nova lei vai muito além -- garante ao governo e a grandes corporações poderes enormes para forçar os provedores de serviço e ferramentas de busca a bloquearem websites, baseando-se somente em alegações de violações -- sem um julgamento ou prova de que o crime aconteceu!

Os defensores da liberdade de expressão nos EUA já ativaram o alarme, e alguns senadores estão tentando reunir apoio suficiente para impedir esse perigoso projeto de lei. Não temos tempo a perder. Vamos apoiá-los para garantir que os legisladores americanos preservem o direito por uma Internet livre e aberta como uma maneira essencial das pessoas ao redor do mundo trocarem ideias, comunicarem-se e trabalharem coletivamente para construir o mundo que queremos. Assine abaixo para impedir a censura nos EUA, e salvar a nossa Internet:

http://www.avaaz.org/po/save_the_internet/?vl

Nos últimos meses, da Privamera Árabe ao Movimento Occupy ao redor do mundo, temos visto em primeira mão como a Internet pode estimular, unir e mudar o mundo. Agora, se ficarmos juntos, podemos impedir esse novo ataque contra a liberdade da Internet. Já conseguimos isso antes -- no Brasil e na Itália, os membros da Avaaz conseguiram grandes vitórias na luta pela liberdade da Internet. Vamos fazer dessa uma luta global, e nos mobilizarmos para derrotar a mais poderosa ameaça de censura que a Internet já viu.

Com esperança,

Luis, Dalia, Diego, Emma, Ricken, Aaron, Antonia, Benjamin e o restante da equipe da Avaaz

Mais infomações:

Sites aderem à campanha "Parem com a Censura" na web (Terra)
http://tecnologia.terra.com.br/noticias/0,,OI5473579-EI12884,00-Sites+aderem+a+campanha+Parem+com+a+Censura+na+web.html

Editorial: Projeto de Lei da lista negra permite que juízes federais removam sites da Internet (em inglês) (Digital Journal)
http://digitaljournal.com/article/313463

A Desastrosa Legislação de IP Está de Volta – E pior do que antes (em inglês) (EFF)
https://www.eff.org/deeplinks/2011/10/disastrous-ip-legislation-back-%E2%80%93-and-it%E2%80%99s-worse-ever

Legisladores do Vale do Silício se opõem à lei de pirataria online (em inglês) (SFGate)
http://www.sfgate.com/cgi-bin/article.cgi?f=/c/a/2011/11/15/BUO81LV0KI.DTL

A Lei para Impedir a Pirataria: resumo, problemas e implicações (em inglês)
https://www.cdt.org/files/pdfs/SOPA%202-pager%20final.pdf


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segunda-feira, novembro 14, 2011

Pessoas físicas respondem por menos de 1% do estoque de títulos públicos federais

Pessoas físicas respondem por menos de 1% do estoque de títulos públicos federais

08 de novembro de 2011 • 17h21 Por: Diego Lazzaris Borges

SÃO PAULO – As pessoas físicas respondem por uma parcela pequena do estoque total de títulos públicos federais. De acordo com dados da Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), do estoque total de R$ 1,7 trilhão de títulos públicos em setembro, apenas 0,7% é de investidores pessoa física.

A maior parte dos títulos (40,8%) compõe a carteira de fundos de investimento e 30,4% estão nas tesourarias de instituições bancárias, segundo a entidade.

Tipos de títulos
O percentual de investidores pessoa física é maior no estoque de títulos públicos indexados ao IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo). Segundo a Anbima, 1,5% do total de títulos atrelados ao índice de inflação pertencem a investidores pessoa física.

Neste caso, a maior parte também está na carteira de fundos de investimentos (41%), seguida pelas tesourarias de instituições financeiras, que detêm 23,9% desses títulos.

Já nos títulos públicos prefixados, as pessoas físicas respondem por uma participação menor. Dos R$ 626 bilhões de títulos deste tipo disponíveis no mercado, 0,4% está no portfólio desses investidores.

Como comprar
Os investidores pessoa física têm acesso aos títulos públicos federais por meio do programa Tesouro Direto, que possibilita a aquisição desses títulos pela internet.

O programa foi lançado em 2002 com o objetivo de democratizar o acesso aos investimentos em títulos federais, incentivar a formação de poupança de longo prazo e facilitar o acesso às informações sobre a administração e a estrutura da dívida pública federal brasileira.

De acordo com o Tesouro Nacional, o número total de investidores cadastrados ao fim de setembro atingiu 263.647, o que representa incremento de 28,86% nos últimos 12 meses. Somente no nono mês do ano, 4.679 novos participantes se cadastraram no Tesouro Direto. O valor médio por operação, no mês, foi de R$ 14.536.

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domingo, novembro 13, 2011

How to Be an Optimist in a Pessimistic Time: A Techonomy Manifesto

How to Be an Optimist in a Pessimistic Time: A Techonomy Manifesto


Brazil:

Gapminder World

It’s no secret that technology is changing the world. Unfortunately, there are a surprising number of people who don’t get it. Many of them, even more unfortunately, are important leaders in business, other powerful instutitions, and governments. To meet the challenges that face us—whether as leaders of organizations, as leaders of countries, or as the global community addressing our collective challenge—we will only be successful if we unreservedly embrace technology and innovation as essential tools. The Techonomy conference, which begins in Tucson on Sunday November 13, aims to underscore that idea and send a pointed message to leaders that Luddites have no place in the 21st century.

For those of us who believe in the vast potential of technology to solve problems, it is both an exciting and a frustrating time. The world’s people are embracing cellphones. More than two billion people use the Internet. Facebook continues its extraordinary user-empowering spread, and the Weibos fill a similar role in China. Advanced companies around the world are redesigning their systems and management to accommodate the new realities of a flattened, technologized business environment. The people of the world have recognized that technology can alter and improve their lives.

Those tech-empowered billions in the developing world will not be satisfied languishing in second-class status. They know about what we have in the developed world and they want more of it for themselves. Fair enough. But how can they get it? How can access to food, shelter, transport, healthcare, and education expand rapidly enough to satisfy the justifiable demands of the world’s people? How can we produce enough energy for a globally-rising standard of living without choking on the fumes? And if we do not succeed in doing so, what are the consequences for global stability? What happens to the world if the scales of wealth do not begin to balance? At present we are not leveraging our resources quickly enough—or efficiently enough—for all the planet’s people.

Worse, the world lacks enough leaders who understand the potential for new, technology-driven solutions for global problems. To the degree that there is such leadership, it is concentrated in the business community. But even there, an understanding of tech’s potential is disturbingly uneven. Some companies thrive by embracing new methods of marketing, managing, developing products, and engaging with society. Others, by contrast, steadfastly operate in the old ways.

Compounding the complexities is a growing geographic disequilibrium. The U.S., Western Europe, and Japan dither over how to address their severe economic problems, often beset by political gridlock. China, by contrast, with almost one-fifth of the world’s people, forges ahead, installing high speed trains, energy-efficient power plants, and planned cities. China just does it, democracy be damned. This is unnerving to the rest of the world, which cannot help noticing that China’s economy, along with India’s, Brazil’s, and a few others, isn’t enduring the same economic malaise.

Despite all, there is great cause for optimism: technology writ large—not just IT and the Internet but energy tech, biotech, civil engineering, and science-based progress generally—can revitalize growth and help create a more just, interesting, and prosperous world.

In effect, the fastest-growing resource in the world is computing power and storage. At a time when resource consumption is growing faster in general than resource production, it is incumbent upon all leaders to take advantage of the resource that technology presents us. The countries where that is understood are the ones investing aggressively in technological R&D and in education, especially for science, math, and engineering.

It is in large part the fear that existing resources cannot match human needs that drives the thick cloud of pessimism that prevails today in the world. The Greeks may no longer be able to retire young, enjoy their social democratic benefits, and still pay their bills, because there is not enough wealth to go around. Italy may follow, and some say France could be next. What if we closed ranks around what we know technology can do to improve the efficiency of literally everything? What kind of world could we create?

Technology-driven progress is rapidly reducing the global economic divide. This has in fact been true for a long time. If you doubt it, go to gapminder.org and look at the data. (Load Gapminder World, watch the animation of “Health and Wealth of Nations,” and be amazed at the progress.)

Those of us who are technological optimists also see plenty of ways that tech can help enormously with our other grave challenges¾climate change, cultural misunderstanding, food shortages, inadequate housing, antiquated transportation, and reliance on unsustainable energy sources.

Change from now on is likely to be bottom-up—driven by people empowered by iPhones and Android devices, and by Facebook, Apple, Amazon, and Google. It is a new environment for business and for government, and our transition into it is fitful, incomplete, and sometimes frightening. But people are not going to accept the old answers. It is an enormously exciting time. Tunisia was exciting. The cost-of-living protests in Israel were exciting. And both the Tea Party and Occupy Wall Street are exciting. All these developments show that ordinary people are paying closer attention to what’s happening in the world, and demanding more from their ostensible leaders. People no longer feel powerless and they are taking action.

The most exciting thing about technology-based development is that it is not zero-sum . Rapid progress in other parts of the world does not mean a decline in already-developed countries, though that is what is more or less happening at present. We have been given a great gift by the exponential rate at which technology improves, undergirded by that old standby, Moore’s Law. As the speeds and power of hardware improve, we can do more with software. With better software we can design better and more efficient vehicles and buildings and cities and healthcare systems and chemical plants.

Despite all our optimism, tech is no panacea. There are real and troubling questions emerging globally about the impact of tech on jobs, for example. It seems more and more likely that while technological progress improves productivity, global GDP, and aggregate social wealth, it will replace more jobs than it creates. Separately, security concerns are growing almost as fast as new technological capabilities. We can see a new world of efficiency and connectedness coming into view. But there is the real risk it could be undermined or even stopped by those who do not want global prosperity—be they criminals, terrorists, or renegade governments.

But if all of us who believe in technology’s promise organize our voices more effectively, and work together to understand and exploit its macro impact, there should be wonderful days ahead for the world. Our job is to keep pointing a big neon arrow towards technology as an underutilized tool. There are plenty of reasons to be an optimist in a pessimistic time.

For more information about the Techonomy 2011 conference (Nov. 13-15), visit www.techonomy.com. You can also follow Techonomy on Twitter and Facebook.

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