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quarta-feira, fevereiro 23, 2011

Cannes divulga lista dos jurados brasileiros de 2011

Cannes divulga lista dos jurados brasileiros de 2011

Festival Internacional de Criatividade terá 13 profissionais representando o país na avaliação dos trabalhos inscritos

Robert Galbraith - 22 de Fevereiro de 2011 às 09:45 -M&M

O jornal O Estado de S.Paulo, representante oficial no Brasil do Festival Internacional de Criatividade de Cannes, divulgou nesta terça-feira, 20, os nomes dos brasileiros que estarão nos júris da edição 2011 do evento, que acontece entre os dias 19 e 25 de junho, na França. A renovação com a indicação de novos nomes, porém, acabou prevalecendo na lista final, tendo apenas Erh Ray como veterano, retornando ao júri do festival após representar o Brasil também em Film em 2002. “A ideia foi mesmo oxigenar e dar oportunidade a novos talentos da publicidade brasileira”, diz Armando Ruivo, diretor de planejamento e marketing publicitário do Grupo Estado.

Ele afirma que a lista final de jurados que representarão o Brasil este ano em Cannes passou por alguns ajustes da organização. Cada categoria teve a indicação de dois a três nomes por ordem de preferência do Estadão em sua condição de representante oficial. A decisão final, porém, passa pelo filtro de equilibrar a quantidade de jurados por grupo internacional. Essa conta acabou deixando a rede Publicis sem representante no Brasil, enquanto Havas, Interpublic, Isobar, Omnicom e WPP terão um nome cada. Entre os independentes nacionais, a curiosidade fica pela ausência de representantes do Grupo ABC, maior conglomerado nacional.

Outra surpresa foi a inclusão do nome de Hugo Janeba, principal executivo do marketing da Vivo e primeiro representante do mercado anunciante brasileiro no júri do festival. “Não houve orientação nesse sentido, mas pelo perfil de profissional que nos foi sugerido acreditamos que um executivo de marketing como o Janeba fosse o ideal”, disse Ruivo. Outro nome certo no júri brasileiro deste ano teria sido André Laurentino, que se transferiu recentemente para a TBWA de Londres, onde agora, assim como acontece com Fernanda Romano, só poderia ir como representante do Reino Unido.

A expectativa de Ruivo é que o Brasil volte a destacar tanto na premiação quanto nos números de delegados e peças inscritas. No ano passado, o País conquistou um número recorde de 58 Leões, ficando atrás apenas de EUA, Reino Unido e Alemanha. Em termos de delegados, os 644 inscritos colocaram o Brasil na terceira posição enquanto os 69 profissionais de imprensa garantiram ao País o primeiro lugar na categoria, batendo inclusive os 40 jornalistas franceses credenciados.

Confira a lista completa de brasileiros nos júris do Cannes Lions 2011 e os respectivos presidentes de júris:

Design Lions:
o presidente do júri será o brasileiro Luciano Deos, fundador e presidente da Gad

Film Lions:
Erh Ray, copresidente da BorghiErh/Lowe
Presidente: Tony Granger, CCO global da Y&R

Film Craft Lions:
Alex Miranda, diretor da Trator Filmes
Presidente: Keith Rose, diretor da Velocity Films (África do Sul)

Titanium and Integrated Lions:
A brasileira Fernanda Romano está no júri, representando a Euro RSCG de Londres, onde é diretora geral de criação
Presidente: Bob Scarpelli, chairman da DDB

Creative Effectiveness Lions:
Hugo Janeba, vice-presidente de marketing e inovação da Vivo
Presidente: Jean-Marie Dru, chairman da TBWA

Press Lions:
Marcos Medeiros, diretor de arte da AlmapBBDO
Tony Granger, CCO global da Y&R

Outdoor Lions:
Alan Strozenberg, sócio e vice-presidente da Z+
Presidente: Olivier Altmann, CCO da Publicis Worldwide

Direct Lions:
Ana Paula Marques, vice-presidente de criação da Ponto da Criação
Pesidente: Alexander Schill, diretor global de criação e sócio da Serviceplan Group (Alemanha)

Media Lions:
Ezra Geld, diretor geral de mídia da JWT
Presidente Maria Luisa Francoli Plaza, CEO global da MPG (Espanha)

Cyber Lions
Raphael Vasconcellos, vice-presidente de criação da AgênciaClick Isobar
Presidente: Nick Law, CCO e vice-presidente executivo da R/GA

Radio Lions:
Zanna Lopes, sócia e diretora de criação da produtora de som Zanna Sound
Presidente: Eugene Cheong, diretor de criação executivo para Ásia da Ogilvy

Promo & Activation Lions:
Fernando Figueiredo, CEO do Talkability e sócio da Bullet
Presidente: Warren Brown, co-fundador da BMF Austrália

PR Lions:
Ronald Mincheff, sócio da Edelman do Brasil
Presidente: Dave Senay, CEO da Fleishman-Hillard

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Líbia: Pare a repressão brutal

Caros amigos,

Centenas de manifestantes pró-democracia estão sendo massacrados pelo exército do Kadafi na Líbia. A ONU está agora mesmo em reuniões de emergência e poderá congelar as contas do regime, bloquear o tráfego aéreo e processar os militares em cortes internacionais. Diga para a ONU agir agora impedindo o massacre:

Send a message now!


As forças armadas da Líbia estão usando metralhadoras e aviões de guerra contra manifestantes pró-democracia -- centenas de pessoas foram mortas e sem uma ação internacional imediata a situação poderá virar uma tragédia ainda maior.

O Conselho de Segurança da ONU está tendo reuniões de emergência sobre a Líbia agora mesmo. Se nós conseguirmos pressioná-los a bloquearem o tráfego aéreo sobre a Líbia, congelar as contas do Kadafi e seus generais, implementarem sanções direcionadas ao regime e abrir processos em cortes internacionais contra os militares envolvidos na repressão -- poderemos impedir os bombardeamento aéreo e dividir a hierarquia de comando do Kadafi.

Nós não temos tempo a perder -- o povo da Líbia está sendo massacrado pelo seu próprio governo. Clique no link para enviar uma mensagem diretamente para as delegações do Conselho de Segurança da ONU, pedindo o fim da violência. Depois, compartilhe esta campanha com todo mundo -- vamos inundar a ONU com mensagens:

http://www.avaaz.org/po/libya_stop_the_crackdown_eu/?vl

O Coronel Kadafi governou a Líbia com uma mão de ferro por 42 anos sem parlamento ou constituição. Ele é o ditador com mais tempo no poder de toda a África e Oriente Médio. A imprensa estrangeira não é aceita na Líbia e o governo já bloqueou a Internet e redes de telefonia celular como tentativa de esconder a violência brutal do seu exército. Os manifestantes que estão demandando mudanças políticas e direitos básicos, estão relatando que milhares de civis ainda estão tomando as ruas, mesmo depois do massacre de centenas de pessoas. A Chefe dos Direitos Humanos da ONU, Navi Pillay, diz que os ataques do governo “podem constituir crimes contra a humanidade”.

Chocados com as atrocidades, os diplomatas líbios e alguns militares de alto comando já desertaram do regime. Se a ONU conseguir aumentar a pressão sobre o Kadafi e seus aliados confiscando suas riquezas e ameaçando-os com processos criminais -- aqueles que estão comandando a brutalidade poderão pensar duas vezes e parar o massacre.

O Brasil é o atual presidente do Conselho de Segurança da ONU, o que nos dá a esperança de um compromisso maior com os direitos humanos e sendo um governo com o qual a Avaaz já gerou uma reputação de campanhas. Nós não temos muito tempo para influenciá-los -- vamos inundar suas caixas de entrada com mensagens do mundo todo! Envie uma mensagem e encaminhe este alerta para os seus amigos e familiares:

http://www.avaaz.org/po/libya_stop_the_crackdown_eu/?vl

O povo da Líbia está sendo assassinado por demandar liberdade, saúde, educação e uma renda decente -- necessidades básicas que todos nós compartilhamos. Vamos erguer as nossas vozes agora, como uma comunidade global, para condenar o massacre chocante, para agirmos contra a violência covarde dos militares e para apoiar os líbios na sua demanda justa por mudanças sociais.

Com esperança e determinação,

Alice, Ricken, Pascal, Graziela, Rewan e toda a equipe Avaaz

Fontes:

Aeronaves militares abrem fogo em vários locais de Trípoli:
http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2011/02/21/aeronaves-militares-abrem-fogo-em-varios-locais-de-tripoli-923848487.asp

Kadafi luta para se manter no poder, mas está cada vez mais isolado:
http://www.dw-world.de/dw/article/0,,14870558,00.html

Número de mortos na Líbia chegaria a 10 mil:
http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI213457-15227,00-NUMERO+DE+MORTOS+NA+LIBIA+CHEGARIA+A+MIL.html

Líbia: Conselho de Direitos Humanos da ONU convoca reunião para sexta-feira:
http://aeiou.expresso.pt/libia-conselho-de-direitos-humanos-da-onu-convoca-reuniao-para-sexta-feira=f633989


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quinta-feira, fevereiro 17, 2011

Será que chega em casa ?

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quarta-feira, fevereiro 16, 2011

Assine agora a petição de emergência para congelar as contas do Mubarak, depois encaminhe esta mensagem!

Caros amigos,



O Mubarak pode ter roubado até $70 bilhões dos egípcios -- um terço da renda do país! A recuperação desta fortuna irá depender de ações imediatas de governantes ao redor do mundo. Assine agora a petição de emergência para congelar as contas do Mubarak, depois encaminhe esta mensagem!
O Mubarak está fora -- mas ele poderá levar uma riqueza inimaginável com ele. As estimativas da sua riqueza roubada vão até $70 bilhões, mais de um terço de toda a economia egípcia.

Não há tempo a perder, os governos precisam congelar as contas do Mubarak antes que o dinheiro desapareça em um labirinto de contas bancárias obscuras -- como as fortunas roubadas por muitos outros ditadores. A Suíça já congelou suas finanças e alguns ministros da União Europeia ofereceram ajuda -- mas sem um chamado global imediato, a reação poderá ser lenta demais para impedir que os bilhões do Mubarak sumam completamente.

Vamos convocar os líderes de todas as nações a garantir que o dinheiro do Egito seja devolvido ao povo. Se conseguirmos 500.000 assinaturas, a nossa petição será entregue aos ministros das finanças do G20 na reunião desta sexta-feira em Paris. Vamos assinar nossos nomes agora e divulgar a campanha!

http://www.avaaz.org/po/mubaraks_fortune/?vl

Milhões de egípcios vivem com menos de $2 por dia e os peritos dizem que a corrupção no Egito custa mais de $6 milhões em dinheiro público todo ano. A família Mubarak se beneficiou enormemente por uma rede de contratos de negócios, esquemas de privatização e investimentos garantidos pelo governo, ao longo dos 30 anos da presidência do Mubarak. Estimativas da sua riqueza vão de "meros" $2-3 bilhões até $70 bilhões, o que faria Hosni Mubarak o homem mais rico do mundo. 25 oficiais sênior do governo já estão sob investigação por alavancar fortunas enquanto trabalhavam para o Mubarak.

Talvez este seja o fim da linha para governantes corruptos que escapam com fortunas intactas. A nova Convenção Contra a Corrupção da Nações Unidas, explicitamente pede que fundos adquiridos pela corrupção sejam devolvidos aos países de origem, e o governo militar do Egito já pediu para governos da União Europeia congelarem a fortuna do Mubarak. A pergunta chave no momento é se a reação será rápida o suficiente: nenhuma lei no mundo será capaz de ajudar se os bilhões do Mubarak forem espalhados e escondidos antes que as autoridades possam se apropriar deles.

As nossas vozes como cidadãos pode ajudar o povo do Egito a continuar tendo esperança na sua revolução. Participe do chamado para devolver as riquezas do Egito ao seu povo.

http://www.avaaz.org/po/mubaraks_fortune/?vl

Milhões de egípcios arriscaram -- e até mesmo deram -- suas vidas pela democracia. Havia pouca coisa que pudéssemos fazer ao redor do mundo, além de enviar nossa esperança e solidariedade. Mas agora, nós devemos fazer o possível para restaurar a propriedade nacional roubada por uma ditadura que os nossos próprios governos toleraram por tanto tempo.

O povo do Egito está agora preparado para construir uma nova nação. Vamos garantir que eles recuperem os fundos que foram roubados, enquanto eles constroem um futuro que poucos ousaram sonhar.

Com esperança,

Ben, Alex, Ricken, Mia, Rewan, David e toda a equipe Avaaz

FONTES

Fortuna de Mubarak avaliada em 70 mil milhões de dólares:
http://aeiou.expresso.pt/fortuna-de-mubarak-avaliada-em-70-mil-milhoes-de-dolares=f631673

Egito pede congelamento de bens de ex-dirigentes:
http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,egito-pede-congelamento-de-bens-de-ex-dirigentes,679530,0.htm

Mubarak desviou riqueza nos últimos dias no poder, diz jornal:
http://ultimosegundo.ig.com.br/revoltamundoarabe/mubarak+desviou+bilhoes+nos+ultimos+dias+no+poder+diz+jornal/n1238006716619.html

Londres investiga Mubarak mas não congela contas:
http://www.dn.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=1783604&seccao=M%E9dio%20Oriente

Em 30 anos, ditador obteve fortuna de US$ 70 bilhões:
http://odia.terra.com.br/portal/mundo/html/2011/2/em_30_anos_ditador_obteve_fortuna_de_us_70_bilhoes_143963.html


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segunda-feira, fevereiro 14, 2011

Cost vs. Value: Third-Party Targeting Data in the Demand-Side-Platform And Exchange Landscape

Cost vs. Value: Third-Party Targeting Data in the Demand-Side-Platform And Exchange Landscape

February 14, 2011 – 3:28 am

Aaron Reinitz of VivaKi"Ad Agents" is a column written by the agency-side - and those servicing it - of the digital media community.

Aaron Reinitz is Supervisor, Brand Relations, VivaKi Nerve Center - part of Publicis Groupe.

In display media, direct response tactics are gaining momentum toward the concept of audience buying. This approach, reliant on cookie-based targeting rather than using content as a proxy for audience, directs attention squarely toward third-party data aggregators, the core providers of this service. Most press and commentary in the data marketplace has been focused on online privacy and self regulation, but another area worth examining is the difference between the cost and value of targeting data as a product, and how disparity between the two may impact pricing in the future.

In order to best think about the concept of data cost, it is helpful to recognize that in the DSP landscape, ad impressions and targeting cookies are two separate entities, frequently provided by two wholly separate companies. A key benefit of DSPs is combining both pieces in a bidded environment in the interest of cost efficiency and granular testing. Typically, while the impression comes from an Ad Exchange like Right Media or Google AdEx, the targeting cookie comes from a provider like Blue Kai, eXelate, or TARGUSInfo.

Adding data to target a specific type of individual within the Exchanges incurs an incremental fee on top of the inventory cost; the data provider is compensated separately from the inventory provider. This is a positive, because it allows very granular testing of specific data segments in context to the inventory alone. In the past, when data and inventory were sold as a coupled product, it was difficult to tell whether the targeting or the media was having the greatest impact on performance.

That said, within a test, there needs to be an incremental lift in performance to justify that cost, or in other words, a sufficient amount of value. The disparity between cost and value within third party data is an ongoing debate in the landscape, as they are not always equal. Further, many within the industry are pushing to reconcile the two concepts in the interest of greater overall performance for advertisers.

This begs the question, how is cost being determined? “Pricing continues to be a moving target,” says David Helmreich, VP of Business Development at TARGUSInfo, a provider of demographic, psychographic, and behavioral targeting technology in the space. “Part of the pricing challenge is that there has not been a lot of transparency into performance, and there has not been a good way for people to determine quality. I would love a world where quality is an input into the pricing equation,” he continues. Ultimately, the performance data lives within the walls of the advertiser and agency, and developing a process to communicate what’s working and what’s not back to the data provider is a very real challenge, especially with the absence of a standardized process or ratings system accepted by the industry.

Solving for this problem is something that technology providers in the space are increasingly making a priority. Zach Weinberg, President & COO of the Google owned Invite Media, a DSP in the space, asserts that “Data providers and DSPs need to get a little closer. What Invite/Google has been focusing on has been to make the purchasing process and evaluating data segments in our interface easy, so users of the product can freely experiment and test.”

That said, data companies appear to be willing to entertain the notion of marrying measures of effectiveness with the cost of their product. Mark Zagorski, CEO at eXelate, has asserted that, “If we really want to put our money where our mouth is, performance models that take into account quality aren’t out of the question. If we’re generating lift, it opens the door for us to get paid more, and will help the business grow. That way, everything moves towards a market driven and transparent pricing point, where it’s no longer a process of a sales person trying to get the most they can for a product.”

This momentum is also being driven by the agencies and advertisers themselves. Technology startups that are emerging around deeply granular measurement and reporting allow agencies to ask questions they couldn’t before. For example, just how precise are targeting segments? Can we be sure that a buy for ‘males 18-24’ is just reaching those young men? “We have found that there are some new companies such as Aggregate Knowledge that have promise in this space. We've also found the data companies themselves realize their models are evolving and are opening up to these discussions,” says Brett Mowry, Vice President/Group Director of Strategy and Analytics at Digitas. With regard to impact on cost, Mowry asserts that, “We believe the data industry will move towards a more transparent model that accounts for bleed in the data buys. Ultimately, though, quality will likely be defined by performance and data will be priced relatively.” The ‘bleed’ that he refers to, is instances where data is imprecise.

Zagorski asserts that the data companies are already addressing these issues. “The way to combat bleed is to look at frequency. We’re capturing data constantly, and create frequency and recency against each data point.” In other words, the more often and consistently you refresh your data, the more likely you are to be accurate. Regular auditing is important as well. “We can determine what anomalies may exist, and can determine relevancy. We typically show less than 5% of anomalies,” he continues.

As this targeting methodology continues to mature, agencies tend to recommend prudent investment in testing, analysis, and infrastructure. Further, it is important to align the performance indicators of a campaign with the tactics that make up the overall strategy. Many are beginning to find that the more appropriate applications of this data are more mid-funnel performance indicators. For example, the best use of this targeting may be to build awareness and preference among a target audience. Driving users of a certain category or segment to an advertiser’s site or offer may feed the funnel and grow a base of potential converters. After all, finding a logical way to fit all available and appropriate tactics into a media plan is the art within digital advertising, often an ongoing process relying on testing and optimization.

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Does it matter which holding company wins the most awards? WPP’s Sir Martin Sorrell and creative boss John O’Keeffe think it does

Does it matter which holding company wins the most awards? WPP’s Sir Martin Sorrell and creative boss John O’Keeffe think it does

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We know this because WPP says it on its website that in 2010 it narrowed the gap between it and Omnicom in terms of the awards the group won at Cannes (and extended its narrow lead over Publicis Groupe).

Two things spring to mind straight away, the first is that there are other important awards as well as Cannes (although no other festival has quite so many, indeed nearly so many) and the second is that surely clients buy individual agencies on their creative reputation rather than that of the holding company.

On WPP’s own reckoning Ogilvy & Mather did well at Cannes last year with 187 ‘statues’ as did Young & Rubicam with 168 while JWT (once the leading creative agency within WPP) languished on 105 with Grey further behind on 60.

So, if you’re a client thinking of appointing Grey for its solid account handling and marketing qualities, will you be influenced by WPP’s awards performance, as most of it comes from O&M and Y&R? If WPP catches Omnicom this year that will likely be because of those agencies too.

And then there’s the fact that the Cannes organisers are relentless in their search for new fee-earning awards categories (including media, design and direct marketing) which have precious little to do with advertising creativity. WPP, though, benefits from these as it has as many individual marcoms companies in the group as the rest of its rivals combined.

Which presumably helps WPP worldwide creative director John O’Keeffe. O’Keeffe seems to interpret his job mainly (and sensibly no doubt) as ensuring WPP agencies win as many awards as possible although supporting creatives throughout the network is presumably part of it too.

The awards side is actually quite mundane; a large part of the battle is just ensuring the agencies get round to entering in time (and enter the right ones, ie those that are eligible and might have half a chance of winning something).

O’Keeffe took the job back back in 2008, replacing the eccentric Neil French who left in 2005 after observing that there weren’t many women creative directors in adland because of their desire to “go and suckle something.” There still aren’t of course though I’ve no idea if this is to do with suckling.

But his ever-demanding boss will be expecting WPP to take top spot at Cannes this year, whether it means anything much or not.

And O’Keeffe won’t be the only one aware of the pressure, the creative directors of all WPP’s big agencies will feel the prickle of expectation as they try to work out their best hand of entries.

They, like O’Keeffe perhaps, will mutter into their drinks that counting statues is a waste of time as Cannes for them is really about winning Grand Prix. And WPP didn’t win any last year despite its haul of statues.

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Como os pais podem ajudar na aprendizagem dos filhos

Como os pais podem ajudar na aprendizagem dos filhos

"Alunos que leem mais têm desempenho melhor, importando pouco o que leem: a correlação é observada para livros, jornais e revistas. Alunos que tiveram pais que leram para eles na tenra infância têm melhor desempenho"

De Gustavo Ioschpe

Photoalto/Getty Images

As boas escolas ensinam, mas só quem pode educar para a vida são os pais

As boas escolas ensinam, mas só quem pode educar para a vida são os pais

Os pais zelosos costumam fazer grandes esforços pela educação de seus filhos. Têm razão. Há poucas áreas da vida de uma pessoa que não são direta e positivamente influenciadas pela sua educação. Estudo aumenta a renda, reduz a criminalidade e a desigualdade de renda, tem impactos positivos sobre a saúde e diminui até o risco de vitimização pela violência urbana. Muitos pais, porém, concentram seus esforços no lugar errado: procuram escolas caras, com instalações vistosas e tecnologicamente avançadas, e entopem seus filhos de atividades extracurriculares. A pesquisa empírica, ainda que esteja longe de poder prescrever um mapa completo de tudo aquilo que os pais podem fazer para que seus filhos cheguem a Harvard, já identifica uma série de fatores importantes (e outros irrelevantes) para o sucesso acadêmico das crianças.

Comecemos pelo início. Ou, aliás, antes dele: na escolha do(a) parceiro(a). As pesquisas revelam que o fator mais importante para o aprendizado das crianças é o nível educacional de seus pais. A escolarização dos pais é mais importante do que a escolarização dos professores (três vezes mais, para ser exato) e do que qualquer outra variável ligada à educação — inclusive a renda dos pais (um aumento de um ano da escolaridade dos pais tem impacto nove vezes maior sobre a escolaridade dos filhos do que um aumento de 10% da renda). Não é que a renda dos pais não seja importante: ela é, sim, em todo o mundo. Mas a escolaridade é mais. Muito do que atribuímos ao nível de renda dos pais é, na verdade, determinado por seu nível educacional, pois pessoas mais instruídas acabam ganhando mais dinheiro.

Nascido o filho, uma boa notícia: não há, que eu saiba, comprovação de que os métodos de aceleração de desenvolvimento cognitivo para bebês, sejam eles quais forem, tenham qualquer impacto. Alguns, como a linha de produtos Baby Einstein, por exemplo, foram recentemente identificados como tendo inclusive uma relação negativa com o desenvolvimento vocabular. As pesquisas também vêm demonstrando que não há correlação do QI de uma criança em idade pré-escolar com seu desempenho futuro (a relação começa a aparecer lá pelos 8 ou 9 anos), de forma que não há razão para desespero se o seu filho não estiver fazendo cálculo infinitesimal antes de abandonar as fraldas.

Não há, igualmente, impactos positivos para os bebês que frequentam creches. Há, sim, impactos significativos e bastante relevantes para as crianças que frequentam a pré-escola. Falaremos mais sobre ela no próximo mês, mas quem puder colocar o filho na pré-escola estará dando um importante empurrão ao desenvolvimento do filho, que perdura a vida toda.

Finda a pré-escola, os pais que têm a sorte de poder colocar seus filhos em escolas particulares deparam com a decisão que parece ser a definitiva: em que escola matricular o rebento? A boa notícia é que essa decisão é bem menos importante do que parece. A má é que o trabalho dos pais não termina depois da decisão de onde colocar o filho. Pelo contrário: a pesquisa mostra que aquilo que acontece dentro de casa é mais importante do que a escolha da escola. Um estudo recente, por exemplo, decompôs a diferença de performance entre escolas públicas e particulares no Saeb, teste educacional do MEC, e encontrou o seguinte: nos resultados brutos, a escola particular tem desempenho 50% acima da pública. Porém, quando inserimos na equação o nível de renda dos pais dos alunos, essa diferença cai para 16%. Dois terços da diferença entre escolas públicas e privadas se devem, portanto, não a fatores da escola, mas do alunado. (Esse estudo e todos os outros mencionados neste artigo estão disponíveis em twitter.com/gustavoioschpe.)

Isso não quer dizer que a escola não importa, obviamente. Ela importa, e muito. Mas as diferenças mais importantes são entre sistemas escolares de países ou regiões diferentes. Dentro do mesmo sistema, em termos de aprendizagem, as diferenças são menos importantes do que a maioria imagina. Para os pais preocupados em escolher a melhor escola possível para o sucesso acadêmico do seu filho, o Enem é um bom sinalizador. Não é uma ferramenta definitiva, já que a participação no exame é opcional, produzindo uma amostra não aleatória, mas é um bom começo. Para escolas com resultados parecidos no Enem, usaria, como critério de “desempate”, as práticas consagradas de sala de aula e os critérios de formação de professores e gestores detalhados na trilogia publicada neste espaço nos últimos meses.

O mais importante que os pais podem fazer, porém, está dentro de casa, diuturnamente. O acesso e o apreço a bens culturais, especialmente livros, são fundamentais. A quantidade de livros que o aluno tem em casa é apontada, em diversos estudos, como uma das mais importantes variáveis explicativas para seu desempenho. É claro que não basta ter livros: é preciso lê-los, e viver em um ambiente em que o conhecimento é valorizado. Alunos que leem mais têm desempenho melhor, importando pouco o que leem: a correlação é observada para livros, jornais e revistas. Alunos que tiveram pais que leram para eles na tenra infância têm melhor desempenho. Pais envolvidos com a vida escolar dos filhos e que os incentivam a fazer o dever de casa têm impacto positivo (curiosamente, o envolvimento dos pais no ambiente escolar tem se mostrado irrelevante). Porém, pais que fazem o dever de casa com (ou pelo) seu filho provocam piora no desempenho acadêmico, por melhores que sejam as intenções.

Morar perto da escola ajuda. Em uma resenha de oito estudos sobre o tema, os oito indicaram relação negativa entre distância casa-escola e aprendizado dos alunos. Talvez essa relação influencie outro detrator do aprendizado: o absenteísmo. Aluno que falta à aula é, em geral, aluno que aprende menos. Outro fator negativo é o trabalho: alunos que trabalham além de estudar aprendem menos. Infelizmente não conheço estudos sobre o impacto do trabalho nos alunos universitários, mas aposto que parte da enorme diferença de qualidade entre as universidades brasileiras e as americanas se deve ao ambiente de dedicação exclusiva que estas conseguem impor aos seus alunos.

Ter computador em casa também tem resultados mensuráveis sobre o aprendizado. Quem pode comprar um que o faça.

Finalmente, falemos sobre aspectos psicológicos. Um dos grandes esforços dos pais modernos é aumentar a autoestima de seus filhos. Na educação, seu impacto é incerto: de catorze estudos analisando o assunto, só em metade se viu relação positiva entre autoestima e aprendizado. Em outro estudo, descobriu-se que o impacto do desempenho acadêmico é três vezes mais importante que a autoestima do jovem do ensino médio para a determinação do seu salário quando adulto.

Os fatores que têm impacto sobre o aprendizado são outros: gostar de estudar, ter maior motivação, aspirações de futuro mais ambiciosas, persistência e consistência são todas variáveis que estão correlacionadas a melhores notas. Os pais não podem incutir em seus filhos todas essas virtudes (e a interessante discussão sobre quanto controle os pais têm sobre o destino de seus filhos é tema para artigo futuro), mas há muito que podem fazer para criar ambientes domésticos mais propícios ao surgimento ou fortalecimento dessas características.

Por fim, duas ressalvas. Ser bom aluno não significa ser feliz ou bom cidadão ou quaisquer outras virtudes que são tão ou mais desejadas pelos pais que o sucesso acadêmico dos filhos. Elas simplesmente não estão mencionadas aqui porque não constituem minha área de estudo. Segundo, talvez falte nessa lista — por ser simplesmente imensurável — aquilo que de mais importante um pai pode dar a seu filho: amor.

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quinta-feira, fevereiro 03, 2011

Pérolas do ENEM capixaba

NAO SEI SE CHORO OU SE MORRO DE RIR...


"O Brasil não teve mulheres presidentes mas várias primeiras-damas foram do sexo feminino".

(Ou seja: vários ex-presidentes casaram-se com travestis.)



"Vasilhas de luz refratória podem ser levadas ao forno de microondas sem queimar".

(Alguém poderia traduzir?!)



"O bem star dos abtantes da nossa cidade muito endepende do governo federal capixaba".

(Vende-se máquina de escrever faltando algumas letras.)



"Animais vegetarianos comem animais não-vegetarianos".

(Esse aí deve comer capim.)



"Não cei se o presidente está melhorando as insdiferenças sociais ou promovendo o sarneamento dos pobres. Me pré-ocupa o avanço regresssivo da violência urbana".

(“Sarneamento” deve ser o conjunto de medidas adotadas por Sarney no Maranhão. Quer dizer, eu “axo”, mas não me “pré-ocupo” muito.)



"Fidel Castro liderou a revolução industrial de 1917, que criou o comunismo na Russia".

(Não, besta, foi o avô dele.)



"O Convento da Penha foi construído no céculo 16 mas só no céculo 17 foi levado definitivamente para o alto do morro".

(Demorou o "céculo" inteiro pra fazer a mudança.)



"A História se divide em 4: Antiga, Média, Momentânea e Futura, a mais estudada hoje".

(Esqueceu a História em Quadrinhos.)



"Os índios sacrificavam os filhos que nasciam mortos matando todos assim que nasciam".

(Mas e se os índios não matassem os mortos????)



"Bigamia era uma espécie de carroça dos gladiadores, puchada por dois cavalos".

(Ou era uma "biga" macho que tinha duas "bigas" fêmeas, puxada por um burro?!)




"No começo Vila Velha era muito atrazada mas com o tempo foi se sifilizando".

(Deve ter sido no tempo em que lá chegaram as primeiras prostitutas.)




"Os pagãos não gostavam quando Deus pregava suas dotrinas e tiveram a idéia de eliminá-lo da face do céu".

(Como será que eles pretendiam fazer isso?!)



"A capital da Argentina é Buenos Dias".

(De dia. À noite chama-se Buenas Noches.)




"A prinssipal função da raiz é se enterrar no chão".

(E a "prinssipal" função do autor deveria ser a mesma. E ainda vivo...)




"As aves tem na boca um dente chamado bico".

(Cruz credo.)



"A Previdência Social assegura o direito a enfermidade coletiva".

(Hehe. Esse é espirituoso..)




"Respiração anaeróbica é a respiração sem ar, que não deve passar de 3 minutos".

(Senão a anta morre.)



“Ateísmo é uma religião anônima praticada escondido. Na época de Nero, os romanos ateus reuniam-se para rezar nas catatumbas cristãs".

(E alguns ainda vivem nas "catatumbas".)



"Os egipícios dezenvolveram a arte das múmias para os mortos poderem viver mais".

(Precisa "dezenvolver" o cérebro. Será que egipício é para rimar com estrupício?)



"O nervo ótico transmite idéias luminosas para o cérebro".

(Esse aí não deve ter o tal nervo, ou seu cérebro não seria tão obscuro.)



"A Geografia Humana estuda o homem em que vivemos".

(I will survive.)



"O nordeste é pouco aguado pela chuva das inundações frequentes".

(Verdade: de São Paulo até o Nordeste, falta construir aquadutos para levar as inundações.)



"Os Estados Unidos tem mais de 100.000 Km de estradas de ferro asfaltadas".

(Juro que eu não li isso.)



"As estrelas servem para esclarecer a noite e não existem estrelas de dia porque o calor do sol queimaria elas".

(Hum... Desconfio que vai ser poeta!)



"Republica do Minicana e Aiti são países da ilha América Central".

(Procura-se urgente um Atlas Geográfico que venha com um Aurélio junto.)



As autoridades estão preocupadas com a ploleferação da pornofonografia na Internet".

(Deve estar falando do CD dos Raimundos.)



"A ciência progrediu tanto que inventou ciclones como a ovelha Dolly".

(Teve a ovelha Katrina, também. Só que ela era meio violenta...)



"O Papa veio instalar o Vaticano em Vitória mas a Marinha não deixou para construir a Capitania dos Portos no mesmo lugar".

(Foi quando ele veio no papamóvel, lembra?)



"Hormônios são células sexuais dos homens masculinos".

(Isso. E nos homens femininos, essas células chamam-se frescurormônios.)



"Os primeiros emegrantes no ES construiram suas casas de talba".

(Enquanto praticavam “Tiro ao Álvaro”.)



"Onde nasce o sol é o nacente, onde desce é o decente".

(Indecente: o sol não nasceu pra todos.)



"A terra é um dos planetas mais conhecidos e habitados no mundo. Os outros planetas menos demográficos são: Mercurio, Venus, Marte, Lua e outros 4 que eu sabia mas como esqueci agora e está na hora de entregar a prova, a senhora não vai esperar eu lembrar, vai? Mas tomara que não baixe minha nota por causa disso porque esquecer a memória em casa todo mundo esquece um dia, não esquece?".

(Quase chorei. Mas todo mundo deveria esquecer a memória em casa, ao menos um dia: isso é lindo.)

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quarta-feira, fevereiro 02, 2011

Ronaldo finaliza ação quebrando tela de computador

Ronaldo finaliza ação quebrando tela de computador

Ação desenvolvida pela F/Nazca para a Claro teve início na metade de janeiro

Nathalie Ursini - M&M - 01 de Fevereiro de 2011 às 18:22

Último filme da ação brinca com ferramentas do YouTube

No meio de janeiro deste ano, a Claro lançou a campanha "Recarga Fenomenal" e para acompanhá-la a F/Nazca criou uma ação online, que teve início pelo Twitter do Ronaldo. Tudo começou quando o craque do Corinthians postou um vídeo no YouTube acertando (com uma bola de futebol) a garrafinha que estava na cabeça de um amigo (clique aqui para assistir). A partir daí, o humorista francês Rémi Gaillard, famoso por seus vídeos na internet, satirizou o Ronaldo e mandou como resposta um vídeo onde ele acerta uma garrafa de vidro em cima de uma mesa (clique aqui e assista).

Mas o duelo não acabou por ai: Ronaldo postou um segundo filme dizendo "Remi, aqui o negócio é pra valer" (veja). Já o francês retrucou o recado do craque brasileiro aplaudindo-o, mas ainda assim mostrando suas habilidades, com grau de dificuldades cada vez mais avançado - acesse aqui o vídeo em que ele consegue parar uma bola em cima de um skate.

"Aproveitamos o fato de o Ronaldo ter uma relação direta com os fãs através do Twitter da Claro e fizemos tudo começar como se fosse um post corriqueiro. Depois foi só colocar o desafio do Remi para a coisa pegar fogo. Nas redes sociais, criar uma polêmica pode ser um gatilho muito eficiente pra engajar as pessoas na história", explicou, em comunicado, Theo Rocha, diretor de criação da F/Nazca. No texto, a agência ainda explica que Rémi "topou participar por considerá-la original e também por admirar Ronaldo".

No total, Rémi e Ronaldo trocaram 15 mensagens pelo Twitter e postaram cinco vídeos que contabilizaram cerca de um milhão de views. Nesta terça-feira, 1º, a ação da Claro chega ao fim com um vídeo. Nele, Ronaldo encerra a competição utilizando suas habilidades junto às ferramentas do YouTube.

Com criação de Fabio Fernandes, Theo Rocha, Isabelle de Vooght e Fabio Barbato e produção de Tribbo. Clique aqui e veja o vídeo final.

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