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quarta-feira, julho 29, 2009

Você pode ser um Voluntário Online !!!

Na internet, não há distância para quem quer ajudar entidades no Brasil. Mais de 10 mil pessoas dão assistência gratuita através da rede mundial de computadores, doando um pouco do seu tempo livre.

Essa foi a matéria foi ao ar no Jornal Nacional na quarta-feira dia 15 de julho de 2009.

Esse foi o dia de comemoração do aniversário de um ano do
Portal Voluntários Online. Por isso voluntários e organizações deixaram seus depoimentos e você pode ver.

Parabéns a todos que estão unidos nessa rede. Eu tambem estou !

Você pode ser um voluntário.

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terça-feira, julho 21, 2009

A era do batom no setor financeiro

A era do batom no setor financeiro

Instituições financeiras se adaptam ao avanço da mulher na Bolsa, no mercado de trabalho, no consumo e na renda familiar

Por Giseli Cabrini 14.07.2009 08h13

Portal EXAME -

Há alguns anos o banco americano Sovereign Bank inovou ao criar uma divisão especializada em produtos voltados para mulheres empreendedoras. Hoje uma unidade do grupo Santander, o banco decidiu criar essa área de negócios porque acredita que as mulheres têm necessidades bancárias diferentes dos homens.

No Paquistão, onde o mercado bancário é muito menos sofisticado que nos Estados Unidos, o First Women Bank concede crédito exclusivamente para mulheres. Com agências em 23 cidades, o banco financia a abertura de pequenas empresas, o pagamento de mensalidades escolares ou a compra da primeira casa - e até já foi premiado pela Organização Internacional do Trabalho (da ONU) e pela revista especializada em finanças Euromoney.

Entre as instituições financeiras brasileiras, a "era do batom" não está tão avançada. Ainda não existe iniciativa semelhante ao do First Women Bank no mercado local. Lógico que os grandes bancos, seguradoras e corretoras já perceberam que o tempo em que as mulheres eram simples administradoras do dinheiro para as despesas do lar ficou para trás. Qualquer pesquisa séria sobre os hábitos dos brasileiros mostrará que nas últimas décadas a mulher ganhou espaço no mercado de trabalho, na renda familiar, no consumo e na bolsa.

De olho nesse mercado, o que começa a surgir no país são produtos e serviços desenvolvidos para agradar o público feminino. "Nossa estratégia é falar a linguagem delas e atender as demandas do público feminino de forma a construir e fortalecer um relacionamento de longo prazo", afirma a superintendente de segmentos do grupo Santander Brasil, Litiza Bernardes.

As mulheres vão à bolsa

Uma das primeiras instituições financeiras a perceber o novo status da mulher no mundo das finanças foi a BM&FBovespa. O interesse crescente do público feminino pelo mercado de ações é monitorado de perto pela bolsa, que resolveu reforçar neste ano o Programa Mulheres em Ação, lançado em 2003.

Embora os homens ainda sejam 73,4% dos investidores entre as pessoas físicas, o avanço feminino tem sido muito maior. "A partir de 2002, o número de investidoras na Bolsa cresceu 700%, enquanto o de investidores aumentou 463%", afirma a gerente de programas de popularização da BM&FBovespa, Patrícia Quadros.

Outra prova do avanço delas no mercado financeiro é que as quatro turmas mensais de cursos oferecidos pela Bolsa para mulheres sobre educação financeira e mercado de ações têm sempre uma grande fila de espera, mesmo com a abertura de classes extras.

A busca de mais tempo para passar com a família ajuda a explicar o fenômeno. Foi esse motivo que levou a farmacêutica Luiza - que pediu para não ter seu sobrenome publicado - a trocar o negócio próprio que tinha no interior de Santa Catarina para comprar e vender ações via home broker.

"Comecei a investir em ações em 2007 quando fiz um MBA em gestão empresarial e tive um contato mais próximo com o mercado financeiro. Incentivada por um dos meus professores, comecei a me interessar pelo tema e fiz vários cursos. Há quatro meses, tenho me dedicado exclusivamente ao home broker", afirma Luiza.

Ela não revela seus ganhos, mas diz que a grande vantagem é administrar de casa seus negócios. "Acredito que essa é uma boa opção para as mulheres. Eu consigo acompanhar a tarefa que meu filho está fazendo, falar com meu corretor e ainda decidir o que será feito para o almoço".

Luiza, no entanto, faz algumas ressalvas. Para ter sucesso em investimentos é preciso conhecer o assunto, contar com o suporte de uma boa corretora, acompanhar de perto os investimentos e seguir a própria intuição. "Você não pode simplesmente deixar tudo nas mãos do corretor. Caso discorde do modo como ele investe, troque. Fiz isso e hoje encontrei um profissional que combina com o meu perfil", diz Luiza.

Perfis diferentes

Homens e mulheres são mesmo diferentes na hora de investir, o que é ao mesmo tempo uma oportunidade e um desafio para as instituições financeiras. "A mulher é uma investidora nata. Ela sempre foi a gestora das finanças pessoais da família, mas possui características muito diferentes das dos homens. Elas não entram no mercado para arriscar, mas para formar patrimônio", diz Patrícia, da BM&FBovespa.

Pesquisa realizada pelo Grupo Santander Brasil mostra que a relação da mulher com o dinheiro é totalmente diferente - não apenas no quesito investimentos. O levantamento mostra que as mulheres têm preocupação em deixar algo para os filhos. No caso das responsáveis pela renda familiar, o desejo é a continuação dos estudos dos filhos e a manutenção do padrão da família. "Para eles, o dinheiro é poder, e, para elas, é segurança", diz a especialista em inovação bancária Eliana Bussinger.

Por esse motivo, as mulheres costumam ser menos endividadas, valorizam promoções e clubes de vantagens e gostam de produtos de longo prazo como previdência privada e poupança. Há ainda uma grande preocupação com o bem-estar próprio e familiar. "Todo mundo pensa que as mulheres gastam mais e quem paga a conta é o marido. Isso não é verdade. Quase 60% das que possuem cartão de crédito são solteiras", diz Eliana.

Como deixá-las mais seguras

No segmento de seguros, a estratégia para atrair as mulheres está nos serviços agregados. Eles funcionam como uma espécie de chamariz para evitar que a mulher herde o corretor do pai ou do marido. Desenvolvidos especialmente para atender demandas femininas e sem custo adicional, os serviços agregados preveem, por exemplo, trocas ilimitadas de pneus previstas em apólices de veículos ou acompanhantes em caso de registro de boletim de ocorrência em delegacias.

"Para sair do conceito de commodity é preciso apostar na diferenciação da carteira. Nós começamos pela mulher em virtude da sua representatividade", afirma o vice-presidente de vendas e marketing da Sulamérica, Marcus Vinícius Martins. Atualmente, as mulheres respondem por 43% da carteira de automóveis da seguradora.

Já a área de seguros do Itaú-Unibanco aposta em uma estratégia que combina abordagem diferenciada e produtos para ambos os gêneros, mas que têm como atrativo coberturas e serviços adicionais específicos para elas. Segundo o banco, oferecer serviços que as mulheres possam usufruir em vida - como tratamentos estéticos - é uma forma de incentivar o interesse delas por seguros de vida. Atualmente as mulheres respondem 10% dessa carteira do Itaú-Unibanco, que desde 1998 oferece uma modalidade específica para o público feminino.

Os bancos irão atrás

Embora o Banco Central e a Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) não disponham de dados segmentados por gênero referentes à bancarização, o Ibope Inteligência afirma que 47% das mulheres e 56% dos homens com 16 anos ou mais têm conta em banco no país.

Na avaliação da diretora-executiva de atendimento e planejamento do Ibope Inteligência, Laure Castelnau, a gama de produtos e serviços para mulheres dentro dos bancos deve aumentar nos próximos anos, principalmente os voltados para crédito e a consultoria financeira.

Ainda segundo Laure, ao lançar um produto e serviço específico para mulheres, é importante considerar a busca do público feminino pela independência financeira, estabilidade e qualidade de vida.

"Creio que o mercado financeiro está preparado, mas precisa estudar de forma mais profunda as necessidades das mulheres para moldar produtos e serviços e refinar a abordagem junto a esse público".

Mais instruídas e poderosas

Passível ou não de adaptações, o fato é que o despertar do mercado financeiro para as mulheres já aconteceu e não foi por acaso. Em primeiro lugar, elas vivem mais. Além disso, o aumento da qualificação e da participação das mulheres como chefes de família e no mercado de trabalho foi comprovado pela última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

De modo geral, entre o público feminino que trabalha, elas possuem, em média, um ano de estudo a mais do que eles. Em relação ao nível superior, as mulheres também se sobressaem. Em 2007, do conjunto de estudantes no ensino superior, 57,1% eram mulheres.

A participação delas como chefes de família também é cada vez maior, tanto entre as que são casadas quanto entre as que cuidam sozinhas dos filhos. As chefes de família passaram de 22,3% em 1993 para 33% em 2007. A presença das mulheres também aumenta no mercado de trabalho. Em 1996, 46% da população feminina estava ocupada ou à procura de emprego. Em 2007, passou para 52,4%.

No entanto, o horizonte para elas ainda não é assim tão cor-de-rosa. Vale destacar que grande parte do público feminino continua fora do mercado formal e também recebe salários inferiores aos pagos aos homens. Em 2007, apenas 25,2% das mulheres trabalhadoras no país possuíam carteira assinada. Os salários são, em média, 60% menores. Quem olha a evolução histórica desses dados, no entanto, não tem dúvidas que essas diferenças serão cada vez menores.

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E se fossem pobres ? O Kibeloco mandou bem !

 

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segunda-feira, julho 20, 2009

Querem levar embora o petróleo do pré-sal





A imensa e cobiçada riqueza do pré-sal

A descoberta das reservas de petróleo do pré-sal transforma o Brasil na sede da quarta maior reserva do mundo, fora do Oriente Médio. Pressionado pelo lobby das petroleiras privadas, o governo federal arrasta-se na discussão do novo marco regulatório. A análise é do presidente da Associação dos Engenheiros da Petrobras, Fernando Siqueira, em entrevista exclusiva


Siqueira: rodando o País em defesa do Pré-Sal
A descoberta das reservas de petróleo na camada pré-sal torna o Brasil sede da quarta maior reserva de petróleo do mundo fora do Oriente Médio. "No pré-sal há, certamente, pelo menos 90 bilhões de barris de petróleo", afirma o presidente da Associação de Engenheiros da Petrobras (Aepet), Fernando Siqueira. Para que se tenha uma ideia de quanto isso significa, basta considerar que todas as reservas brasileiras, excluído o pré-sal, somam 14 bilhões de barris.

"O pré-sal torna o Brasil um Iraque na América Latina, com ao menos 104 bilhões de barris em reservas", compara Siqueira, em entrevista exclusiva a O Engenheiro. O conturbado país do Oriente Médio – até há algum tempo governado pelo ditador Sadam Husseim e hoje mutilado por uma guerra motivada, principalmente, pelo petróleo — acumula 115 bilhões de barris em seu subsolo. Fernando Siqueira esteve em junho em Curitiba para participar do seminário "O petróleo é realmente nosso?", promovido pelo Senge-PR e pelo Instituto Reage, Brasil.

"Há dois poderosíssimos interessados em controlar as reservas do pré-sal, buscando a própria sobrevivência. O primeiro são os Estados Unidos, que têm 29 bilhões de barris em reservas em seu próprio território, mas consomem 10 bilhões de barris por ano. O segundo é o cartel formado pelas empresas petrolíferas privadas, as antigas sete irmãs", afirma Siqueira.

"O cartel das petroleiras briga pelo domínio do setor há 150 anos com todo tipo de atuação condenável, como suborno, deposição e até assassinatos de presidentes", diz o engenheiro. Nos armários das petrolíferas privadas, Siqueira enxerga os esqueletos de Jaime Roldós Aguilera, ex-presidente do Equador que tentou nacionalizar o petróleo do país, do italiano Enrico Mattei e do iraniano Mohammed Mossadegh, deposto e conde-nado à prisão perpétua em 1953. De fato, o presidente norte-americano Barack Obama fez um mea-culpa pela deposição de Mo-sadegui no recente — e histórico — discurso que proferiu ao mundo árabe desde o Cairo, no Egito.

No auge, as sete irmãs (Esso, Shell, British Petroleum, Mobil, Texaco, Chevron e Gulf Oil) já detiveram 90% das reservas mundiais de petróleo. Hoje, as cinco restantes (Exxon-Mobil, Shell, Chevron, Texaco e BP) têm apenas 3%, explica Siqueira. No outro lado do ringue, dez empresas estatais detêm 75% das reservas mundiais.

Se têm pouco domínio sobre o que resta de petróleo no mundo, as sete irmãs têm lobistas poderosos. "O governo federal pretendia publicar o novo marco regulatório do petróleo em novembro de 2008, mas ainda não conseguiu fazê-lo", argumenta Siqueira. "Isso porque, quando surgiu a informação de que o governo federal recompraria as ações da Petrobras, da boca do ministro de Minas e Energia Edison Lobão, os lobistas caíram em cima, conseguiram que a ideia fosse abandonada."

Sob Fernando Henrique Cardoso, o Brasil vendeu 40% das ações da Petrobras — então Petrobrás, e que o governo tucano tentou, sem sucesso, rebatizar de Petrobrax — na bolsa de valores de Nova York. Após o anúncio da descoberta das reservas no pré-sal, ressurgiu a luta pela retomada do controle total da estatal pelo Brasil.

A Aepet defende a recompra das ações da Petrobras para garantir que a exploração do pré-sal seja prerrogativa dos brasileiros. E mais – exterminar os resquícios da Lei do Petróleo tucana, de 1998. "Caso do decreto 2.705/98, que dá ao governo brasileiro no máximo 40% de participação no petróleo extraído de nossas reservas. Hoje, o Brasil

recebe em média 18%. A média mundial dos países exportadores é 84%; nos países da Opep, 90%", afirma Siqueira.

"Essa situação favorece profundamente os EUA e as sete irmãs. Por isso, eles têm todo o interesse em manter a lei atual. Para piorar o quadro, quem explora nosso petróleo passar a deter a propriedade do óleo produzido. Noutros países, o petróleo é propriedade do governo nacional, que paga um percentual a quem produz", argumenta.

"Quando (o presidente Luiz Inácio) Lula (da Silva) soube, pela Petrobras, do potencial do pré-sal, sua primeira providência, correta, foi tirar 41 áreas dessas novas reservas do nono leilão da Agência Nacional do Petróleo (ANP)", lembra o presidente da Aepet.

Até agora, duas áreas do pré-sal foram vendidas a empresas estrangeiras, que têm parcerias com a Petrobras. Num deles, o Bloco Azulão, os sócios da petrolífera estatal brasileira são a Exxon (40%), e a também norte-americana AmeradaHSS (20%). No bloco de Tupi, a Petrobras tem parceria com a British Gas (25%) e a portuguesa Petrogal (10%).

"A segunda ideia lançada pelo ministro Edison Lobão era mudar os contratos com as empresas estrangeiras que vencem os leilões da ANP. Em vez de contratos de concessão, como temos hoje, passaríamos a ter contratos de partilha, em que o petróleo seria propriedade do governo do Brasil, que pagaria um percentual ao produtor", diz Siqueira. "Mas, até, agora, o governo não anunciou qualquer mudança na lei. É uma vitória do lobby."

O engenheiro argumenta que o lobby pode ser sútil, sedutor, ou avassalador, conforme a necessidade. "De um lado, o governo Barack Obama massageia o ego do presidente, ao dizer que ele é ‘o cara’. O ministro Edison Lobão é eleito homem do ano pela Câmara de Comércio Brasil-Londres. Enquanto isso, nas audiências públicas realizadas no Senado sobre o pré-sal, o pessoal ligado ao cartel das sete irmãs é maioria, diz Siqueira.

"Gente como Nelson Narciso, da ANP, que é ligado à (petrolífera norte-americana) Halliburton, Eloi Fernandez y Fernandez ou João Carlos de Luca, do Instituto Brasileiro do Petróleo, Gás e Biocombustíveis, está sempre por lá para defender a manutenção do marco regulatório. Do outro lado, na última audiência, participou apenas Guilherme Estrela, da Petrobras", afirma.

"A ANP quer manter intacto o espírito dos leilões. Isso é absurdo. Se o próprio governo federal reconhece que o marco regulatório do petróleo é ruim, por que mantê-los? Mas o diretor de Exploração e Produção da ANP é homem de confiança da Halyburton, é ele quem faz os leilões. A Landmark, subsidiária da Halyburton, controla há dez anos o banco de dados da ANP", diz o engenheiro.

Enquanto o governo arrasta-se na discussão de um novo marco regulatório para o petróleo brasileiro, Fernando Siqueira vê uma "campanha sórdida" da grande mídia contra a Petrobras. "Já foi assim, em 1995, quando se dizia que havia marajás, corrupção, na Petrobras, e se defendia a privatização da empresa. Agora, a Petrobras apanha porque fez um empréstimo na Caixa — o que parece ser um privilégio dos estrangeiros. Falou-se também em sonegação fiscal, mas na realidade a empresa usou a lei para se proteger do risco cambial, como tantas outras empresas brasileiras. Não houve calote, mas adiamento do pagamento de 1,2 bilhão, e não de 4 bilhões de reais", argumenta.

"Agora, os mesmos partidos que, no governo, quebraram o monopólio e venderam 40% das ações da Petrobras na bolsa de Nova York por menos de 10% do valor patrimonial criam uma CPI para investigar a empresa. E isso acontece na reta final da elaboração do novo marco regulatório. É óbvio que a intenção é enfraquecer a imagem


Brasileiros precisam ir às ruas lutar por
posse do pré-sal, afirma engenheiro

Fernando Siqueira defende mobilização da sociedade brasileira para garantir que petróleo gere riquezas para o País

A sociedade brasileira precisa se unir pra pressionar o governo federal e garantir que o petróleo do pré-sal seja realmente brasileiro, afirma o presidente da Associação de Engenheiros da Petrobras (Aepet), Fernando Siqueira. "Minha expectativa é fazer a população brasileira ir às ruas e pressionar o governo a retomar o petróleo para o Brasil. Com esse objetivo, tenho feito palestras por todo o País", explica.

Ainda que à margem dos holofotes da grande mídia brasileira, a campanha avança, explica Siqueira. "No Rio Grande do Sul, fiz palestra na seção local da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em que estava presente diretor da Associação de Juízes e Desembargadores (Ajuris). Ele se impressionou com os dados que mostrei sobre a fantástica riqueza do pré-sal, que supera 10 trilhões de dólares em patrimônio, e me levou novamente ao estado, onde fiz outro debate com 300 pessoas e 30 entidades", afirma.

"Disso surgiu um comitê que reúne a Ajuris e a Assembleia Legislativa gaúcha. Hoje, eles viajam pelo Brasil, e já fizeram um congresso com outros poderes legislativos estaduais conclamando a criação de comitês semelhantes. No Paraná, há comitê em formação, comandado pelo Senge-PR, pelo Crea-PR e pelo Instituto Reage, Brasil", diz Siqueira. "Entidades e movimentos como o Congresso Nacional dos Petroleiro, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST) e sindicatos de trabalhadores formaram um comitê nacional sob o slogan ‘o Petróleo tem que ser Nosso’", enumera.

Há mais mobilização pela frente. "Tenho palestra marcada no Clube Militar, onde começou a campanha ‘O Petróleo é Nosso’, nos anos 1950. Foi o maior movimento cívico da história do País. A partir dela, surgiu a lei que garantiu por 44 anos que a exploração do nosso petróleo era exclusiva da Petrobras", lembra Siqueira, referindo-se à lei baixada sob Getúlio Vargas, em 1953.

"Agora que descobrimos reservas de petróleo acima de todas as expectativas, temos muito mais razões para fazer um movimento de alcance nacional e recuperarmos a propriedade de toda essa riqueza", argumenta. "Defendemos o retorno da lei do petróleo de 1953, que durante 44 anos permitiu o crescimento da Petrobras, o desenvolvimento da tecnologia pra extração em águas profundas, a descoberta do pré-sal", diz.

Os argumentos que embasam a luta são irrefutáveis, definitivos. "O Brasil teve duas chances de ser um dos países mais ricos do mundo. A primeira foi perdida quando Portugal levou nosso ouro para a Inglaterra. O pré-sal é a segunda, e última, chance para sairmos da vergonhosa posição de termos 50 milhões de miseráveis."

Do País do futuro para o País do agora

A advogada Clair da Flora Martins, presidente do Instituto Reage Brasil, explica porque é preciso que todos os brasileiros se envolvam na luta para garantir que o petróleo do pré-sal seja de fato do País. E faz um alerta — sem uma exploração racional, os 90 bilhões de barris recém-descobertos no Litoral brasileiro se esgotam em 13 anos


Clair da Flora Martins, advogada trabalhista, foi vereadora em Curitiba e deputada federal. É autora de uma das ações que impediu a oitava rodada de leilão de Petróleo da ANP, no final de 2006.

Ex-presa política durante a ditadura, participou ativamente das campanhas pelas Diretas Já e contra a venda da Companhia Vale do Rio Doce — foi autora de ação popular que contesta o Leilão da empresa —, da Copel e de outras estatais brasileiras. É presidente do Instituto Reage Brasil e filiada ao Partido Verde.

Mesmo que não sejamos ufanistas ao ponto de afirmar que "Deus é brasileiro", como no jargão popular, o fato é que novamente a natureza nos brinda com um acontecimento espetacular — as descobertas de ao menos 90 bilhões de barris de petróleo numa faixa de 122 mil quilômetros quadrados do mar litorâneo distribuída entre os estados do Espírito Santo até Santa Catarina.

É o chamado Pré-Sal, que representa, em avaliação conservadora, US$ 10 trilhões de dólares em reservas. Calcula-se que esta verdadeira "Amazônia Azul" significaria, só na geração de empregos diretos e indiretos, mais de meio milhão de vagas no mercado de trabalho, colocando o Brasil em quarto lugar no ranking dos países produtores de petróleo.

Nos perguntamos: toda esta riqueza surgiu por acaso? Claro que não. É fruto do investimento da Petrobras em pesquisas que duraram décadas, que começaram a tomar forma lá atrás, em 1953, quando os brasileiros criaram uma empresa estatal que possibilitou o desenvolvimento de tecnologia nacional e de excelentes profissionais.

E a experiência conta muito neste setor. Por exemplo — o custo aproximado da perfuração do primeiro poço no Pré-Sal beirou os 240 milhões de dólares. Mas a experiência acumulada pela Petrobras permitirá que os próximos poços custem menos da metade. Então, o Pré-Sal é uma recompensa pelo esforço e pela persistência de várias gerações de brasileiros, pelos altos investimentos realizados com nossos impostos.

Essas descobertas, que podem significar um grande impulso no desenvolvimento econômico e social do País, nos trazem também uma grande responsabilidade — de que forma vamos explorar estas imensas riquezas? Para quem, e para quê, elas serão destinadas?

O artigo 177 da Constituição Federal deixa claro que a União detém o monopólio da pesquisa, extração, lavra, refino, importação e exportação do petróleo. No entanto, o governo Fernando Henrique Cardoso alterou a Lei 2004/53, a Lei do Petróleo. Com a edição da Lei 9.478/97, FHC criou a Agência Nacional do Petróleo. Pelo atual marco regulatório, as aéreas petrolíferas são repassadas à ANP, que realiza leilões para contratar empresas — inclusive estrangeiras — para os serviços de exploração do petróleo.

Mais grave — o artigo 26 da Lei do Petróleo de FHC assegura às empresas vencedoras dos leilões a propriedade do petróleo, em flagrante contradição com a Constituição.

Em suma — a Petrobras gastou dinheiro, investiu tempo e talento em pesquisa para descobrir as áreas do Pré-Sal. Mas, agora, para explorá-la, tem que participar de um leilão disputado em igualdade de condições com outras empresas, a maioria estrangeiras.

Vale lembrar que o novo marco regulatório do Petróleo permitiu a venda das ações da Petrobras por um valor ínfimo, e 63% desses papéis já estão em posse de investidores particulares, metade dos quais estrangeiros. E os dez leilões de áreas petrolíferas promovidos pela ANP já concederam 38% do Pré-Sal — cinco ainda no governo FHC e cinco já sob Luiz Inácio Lula da Silva.

No rastro da sanha predatória estrangeira sobre o petróleo brasileiro, também avistamos a reativação da Quarta Frota dos EUA, para os mares de Sul e a presença de um ex-diretor da empresa norte-americana Halliburton na Agência Nacional de Petróleo.

São grandes os interesses e os lobbies das empresas estrangeiras junto a congressistas e membros do governo federal. O petróleo é um recurso natural finito e a cada dia mais escasso, o que leva até mesmo ao uso da força na disputa por reservas — tomemos como exemplo óbvio e contemporâneo a invasão do Iraque e do Afeganistão pelas forças armadas dos EUA.

Exploração racional

Lições sobre as a exploração predatória do petróleo estão no mundo inteiro. Holanda, Indonésia e México não souberam explorar suas jazidas de forma racional. Os dois primeiros passaram de exportadores a importadores de petróleo, e o México viu suas reservas caírem de 48 bilhões para apenas 12 bilhões.

Especialistas alertam — se não soubermos explorá-las, as reservas do Pré-Sal esgotam-se em treze anos, e veremos esta grande riqueza parar nas mãos de uns poucos "investidores" estrangeiros. Tomemos, como exemplo, a Vale do Rio Doce, que tinha reservas de minério de ferro para 400 anos mas que, no atual ritmo de exploração, ficará sem elas em 80 anos. E qual o benefício da mudança no ritmo da exploração das riquezas da Vale para a grande maioria da população brasileira? Praticamente nenhuma.

Mais do que nunca, os brasileiros precisam lutar para que as riquezas do Pré-Sal sejam de fato revertidas para o bem-estar de todos nós, e não a empresas estrangeiras ou a uns poucos acionistas. É necessário ampliar a participação especial da União sobre a produção do petróleo, elevá-la a percentuais iguais ao dos países da Opep — que ficam com 94% da produção. Hoje, a participação do governo federal está limitada a 40%, acrescidos de 5% em royaties, mas na prática fica em 18%, na média.

É necessário criarmos um fundo soberano, com verbas destinadas a todos os estados brasileiros com fins específicos — educação, infra-estrutura e saúde. Para isto, precisamos mudar o marco regulatório do petróleo, acabar com os leilões das áreas petrolíferas e estabelecer diretrizes para que o petróleo seja explorado de forma racional, e com respeito ao meio-ambiente. Isso só será possível se houver uma conscientização da população sobre o valor destas riquezas e o gigantesco risco de perdermos a última chance de alterar radicalmente as condições de vida do povo brasileiro, de nos colocarmos entre os países desenvolvidos do mundo.

Por isso, o Instituto Reage Brasil, ao lado do Senge-PR e do Crea-PR, tem realizado debates e discussões sobre o assunto. Entre março a junho, estivemos nas faculdades Espírita, Facinter e Opet, na Associação Comercial do Paraná, nos cursos de Jornalismo e Engenharia Civil da UFPR, no Colégio Estadual do Paraná. Quando o petróleo era só um sonho, na primeira metade do século 20, vimos a vitoriosa campanha "O petróleo é nosso" resultar na criação do monopólio estatal e da Petrobras.

Agora que o petróleo é um fato, é chegada a hora de todos os brasileiros nos unirmos nesta nova luta. Forme um comitê de defesa do Pré-Sal no seu bairro. Mande uma mensagem ao presidente, aos deputados, aos senadores, assine o abaixo-assinado que pede a mudança da Lei do Petróleo.

Reúna familiares, amigos e vizinhos e chame um dos nossos representantes para discutir sobre esta importante descoberta. Seja você mesmo um divulgador desta nova realidade: o petróleo tem que ser nosso!

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sábado, julho 18, 2009

Bruno Valladão, um lutador

Bruno Valladão, um lutador

Acompanhem a luta de um jovem estudante de direito no mais delicado momento de seus 23 anos:

Prezada Professora Vera Maria,

Informo que estou adotando as medidas administrativas a que tenho direito para fins de revisão da repetência por faltas.

No entanto, assim como existe a possibilidade de a Administração da PUC revogar as faltas, permitindo-me realizar a 2ª prova, também existe a possibilidade dessa decisão ser proferida após sexta-feira.

Então, gostaria de saber se realizo o exame desta sexta-feira ou se aguardamos a decisão final administrativa.

Salvo melhor juízo, creio que seja mais prático a todos que eu faça a prova na sexta-feira normalmente, ainda que se aguarde a referida decisão.

Atenciosamente, Bruno Valladão

A resposta da professora:

Caro Bruno,
Aguardamos a decisão.
Vera Henriques

Chegou a hora de Valladão fazer valer a bela retórica de advogado e usar seu networking:

Prezada Professora Vera,

Na verdade, são informais as “medidas administrativas” referidas. Não são “medidas administrativas” propriamente ditas. Expressei-me mal, desculpe-me. Não fiz nada formal. Nem gostaria de fazer.

Sei que errei completamente em faltar suas aulas, sobretudo aquelas em que foram aplicados os trabalhos. De fato, se eu pudesse voltar no tempo, não teria me ausentado tantas vezes, inclusive em outras matérias, em diversos períodos anteriores. Todavia, para isso, deveria ter trabalhado menos no escritório.

No entanto, desde o início da faculdade, meu grande medo sempre foi me formar desempregado. Esse meu enorme temor acabou implicando em dedicação extrema ao trabalho. Ano passado, p. ex., trabalhei em mais da metade dos sábados. Na maioria das vezes, sozinho no escritório. Isso sem contar as inúmeras madrugadas.

Por sorte, desde cedo, comecei a trabalhar neste que é o melhor escritório de advocacia do país. Meus 3 anos de trabalho me fizeram conhecer outras pessoas que trabalhavam em outros escritórios. E hoje, tenho apenas uma certeza: apenas aqui no Motta, Fernandes Rocha - Advogados seria feliz.

Então, ao longo desses anos universitários, sempre fui “me virando” como podia para mostrar aos professores que aprendi a matéria, e, assim, sempre fui aprovado em todas. Desse modo, hoje estou no 10º período no tempo correto. Nunca atrasei nenhuma matéria (salvo no período passado, em que repeti uma justamente pela falta de tempo para me dedicar a todas, então essa foi a sacrificada; contudo, estou fazendo-a de novo neste último período, com o mesmo professor, fui bem na primeira prova e semanda que vem, farei a segunda).

Minha efetivação sempre se condicionou à minha aprovação na prova da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) e à formatura no tempo correto. Este tempo chegou.

Como lhe disse pessoalmente, já fui aprovado na 1ª fase da prova da OAB, e agora só falta a segunda, a ser realizada no domingo. Quanto à formatura, me falta apenas fazer as segundas provas e apresentar minha monografia. Tenho certeza de que serei aprovado em tudo e, no dia 1º de agosto, estarei hábil a receber o diploma e serei advogado daqui do Motta, Fernandes Rocha - Advogados.

Professora, é em tom absolutamente desesperador que imploro à Sra. que me abra essa exceção e me permita realizar a segunda prova. Suplico para que o faça uma única vez em sua vida. Do contrário, corro seríssimo risco de ser demitido do escritório em que trabalho, além de ter que fazer de novo a prova da OAB, na qual já teria sido aprovado (OAB concede prazo de 6 meses para concursando provar colação de grau, senão exame feito perde a validade).

Minha reprovação por faltas terá consequências catastróficas e irreparáveis em minha vida. Minha aprovação no exame da OAB de nada adiantaria; teria que atrasar em um semestre minha formatura; e, muito provavelmente, seria demitido do melhor escritório de advocacia do Brasil, perdendo uma oportunidade única, que jamais voltará em minha vida.

Tudo porque resolvi trabalhar muito, ao longo dos últimos anos, para “mostrar serviço” aqui no escritório. Muito risco, muita responsabilidade, muito estresse. Em vão, por água abaixo.

E isso tudo fatalmente teria péssima repercussão sobre meu nome no mercado; de tanto correr atrás sozinho (”sem papai, nem mamãe, nem vovô”) nesses anos, tenho a sorte de ser bem conhecido por diversos grandes empresários (Olavo Monteiro de Carvalho, Arthur Sendas Filho, e outros), juízes, procuradores de justiça, banqueiros (dois dos 3 sócios do Banco Modal, p. ex.), personalidades (Sérgio Cabral pai) e diversos advogados consagrados. Aliás, em anexo, te envio 3 fotos apenas com o objetivo de te mostrar que estou sendo muito sincero no que escrevo (tiradas em reunião com ninguém menos que o governador Sérgio Cabral).

Sei que era questão de prioridade, mas meu medo do desemprego me fez perder a razão e a capacidade de pensar que situações como a presente poderiam acontecer. Isso talvez tenha decorrido de minha pouca idade e falta de orientação dos mais experientes. Aliás, meu ritmo alucinado reduziu - e muito - minha convivência com meus parentes.

Uma coisa é certa: vou repensar meu ritmo de trabalho, independentemente de qualquer coisa.

Aliás, vou agendar um check up geral, pela primeira vez, pois a enorme correria, riscos e estresse acarretaram uma dor constante na barriga (temo seja úlcera), às vezes meu coração acelera, não estou enxergando bem (acho que estou míope, mas, ainda não tive tempo de ir ao oftamologista!), e meus cabelos estão caindo rápido demais, cedo demais.

Professora,

Tenho certeza absoluta de que estou completamente errado em faltar suas aulas e em sempre ter priorizado meu trabalho. Mas, ainda tenho fé em que sua boa vontade para comigo me abrirá uma exceção, para que eu possa fazer sua segunda prova (aí tenho certeza de que farei uma boa prova e te mostrarei que aprendi a matéria), e não farão com que eu deixe de realizar os sonhos meus e de meus familiares de me verem com diploma na mão em 1º de agosto, bem como efetivado aqui no Motta, Fernandes Rocha.

Siceramente, não sei o que farei, o que será de minha vida, caso seja confirmada minha reprovação por faltas.

Não tenho nenhuma dúvida de que minha vida está em sua boa vontade para comigo.

Que Deus te ilumine neste super delicado momento de minha vida - provavelmente, o mais delicado de meus 23 anos.

Obrigado.

Att., Bruno Valladão

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A professora se sente acuada e cede:

Bruno,

Diante da sua espetacular criatividade e inigualável retórica reconheço que vc deve merecer uma chance. Todavia, sexta feira farei uma prova especial para vc. Estude pois será responsável pelo resultado que tanto busca podendo assim realizar seus sonhos, aproveitando as oportunidades que a profissão de advogado tem para lhe oferecer.

Profª Vera henriques.

Bruno comemora enviando o email para alguns amigos…

De: Bruno Valladão Guimarães Ferreira

Para: Gabrielle Santos Cordeiro; Violeta Luiza Mendes Libergott; Roberta de Carolis Périssé Duarte; Luisa Cabral de Mello Marques; Fernanda Paes Barreto Bokel; Astrid Monteiro de Carvalho Guimarães de Lima Rocha

Assunto: ENC: Introdução à Filosofia

Amo vcs! Obrigadão pela força e pelas sugestões. Vamos que vamos! Fortes emoções, uma atrás da outra!

Alguns dias depois, Bruno conhece o poder da web, vira mito nas faculdades e escritórios de direito do país e começa a enfrentar mais um delicado momento em sua vida:

Assunto: RES: Introdução à Filosofia

Prioridade: Alta

Prezados,

Peço para que não encaminhem este e-mail a ninguém.

Caso já o tenham feito, que enviem imediatamente e-mail a essas pessoas pedindo para não encaminharem o e-mail a ninguém.

Por fim, peço que enviem e-mail àqueles que lhes enviaram tal e-mail com essas orientações.

Não quero ser antipático. Mas, o assunto tratado não é do interesse de ninguém .

Conto com a colaboração de todos, pois essa “corrente” tem que ser interrompida imediatamente .

Obrigado. Att ., Bruno Valladão


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terça-feira, julho 14, 2009

OUTDOORS CITIBANK

(Esta é a campanha publicitária do Citibank espalhada
pela cidade de São Paulo através de Outdoors).

'Crie filhos em vez de herdeiros.

Dinheiro só chama dinheiro, não chama para
um cineminha, nem para tomar um sorvete.

Não deixe que o trabalho sobre sua mesa
tampe a vista da janela.
Não é justo fazer declarações anuais ao
Fisco e nenhuma para quem você ama.

Para cada almoço de negócios,
faça um jantar à luz de velas.

Por que as semanas demoram tanto
e os anos passam tão rapidinho?

Quantas reuniões foram mesmo esta semana?
Reúna os amigos.
Você pode dar uma festa sem dinheiro.
Mas não sem amigos.

Trabalhe, trabalhe, trabalhe. Mas não se esqueça,
vírgulas significam pausas.
(e, em seguida a esse Outdoor na Marginal
Pinheiros, tinha um outro dizendo):
... e quem sabe assim você seja promovido
a melhor pai do mundo!)'

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segunda-feira, julho 13, 2009

Frase do século 'Eça de Queiróz'

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domingo, julho 12, 2009

GRIPE "A" perguntas - respostas e cuidados


PERGUNTAS E RESPOSTAS:


PERGUNTA RESPOSTA
1.- Quanto tempo dura vivo o vírus suíno numa maçaneta ou superfície lisa? Até 10 horas.
2. - Quão útil é o álcool em gel para limpar-se as mãos? Torna o vírus inativo e o mata.
3.- Qual é a forma de contágio mais eficiente deste vírus? A via aérea não é a mais efetiva para a transmissão do vírus, o fator mais importante para que se instale o vírus é a umidade, (mucosa do nariz, boca e olhos) o vírus não voa e não alcança mais de um metro de distancia.
4.- É fácil contagiar-se em aviões? Não, é um meio pouco propício para ser contagiado.
5.- Como posso evitar contagiar-me? Não passar as mãos no rosto, olhos, nariz e boca. Não estar com gente doente. Lavar as mãos mais de 10 vezes por dia.
6.- Qual é o período de incubação do vírus? Em média de 5 a 7 dias e os sintomas aparecem quase imediatamente.
7.- Quando se deve começar a tomar o remédio? Dentro das 72 horas os prognósticos são muito bons, a melhora é de 100%
8.- De que forma o vírus entra no corpo? Por contato ao dar a mão ou beijar-se no rosto e pelo nariz, boca e olhos.
9.- O vírus é mortal? Não, o que ocasiona a morte é a complicação da doença causada pelo vírus, que é a pneumonia.
10.- Que riscos têm os familiares de pessoas que faleceram? Podem ser portadores e formar uma rede de transmissão.
11.- A água de tanques ou caixas de água transmite o vírus? Não porque contém químicos e está clorada
12.- O que faz o vírus quando provoca a morte? Uma série de reações como deficiência respiratória, a pneumonia severa é o que ocasiona a morte.
13.- Quando se inicia o contagio, antes dos sintomas ou até que se apresentem? Desde que se tem o vírus, antes dos sintomas.
14.- Qual é a probabilidade de recair com a mesma doença? De 0%, porque fica-se imune ao vírus suíno.
15.- Onde encontra-se o vírus no ambiente? Quando uma pessoa portadora espirra ou tosse, o virus pode ficar nas superfícies lisas como maçanetas, dinheiro, papel, documentos, sempre que houver umidade. Já que não será esterilizado o ambiente se recomenda extremar a higiene das mãos.
17.- O vírus ataca mais às pessoas asmáticas? Sim, são pacientes mais suscetíveis, mas ao tratar-se de um novo germe todos somos igualmente suscetíveis.
18.- Qual é a população que está atacando este vírus? De 20 a 50 anos de idade.
19.- É útil a máscara para cobrir a boca? Existem alguns de maior qualidade que outros, mas se você não está doente é pior, porque os vírus pelo seu tamanho o atravessam como se este não existisse e ao usar a máscara, cria-se na zona entre o nariz e a boca um microclima úmido próprio ao desenvolvimento viral: mas se você já está infectado use-o para não infectar aos demais, apesar de que é relativamente eficaz.
20.- Posso fazer exercício ao ar livre? Sim, o vírus não anda no ar nem tem asas.
21.- Serve para algo tomar Vitamina C? Não serve para nada para prevenir o contagio deste vírus, mas ajuda a resistir seu ataque.
22.- Quem está a salvo desta doença ou quem é menos suscetível? A salvo não esta ninguém, o que ajuda é a higiene dentro de lar, escritórios, utensílios e não ir a lugares públicos.
23.- O virus se move? Não, o vírus não tem nem patas nem asas, a pessoa é quem o coloca dentro do organismo.
24.- Os mascotes contagiam o vírus? Este vírus não, provavelmente contagiem outro tipo de vírus.
25.- Se vou ao velório de alguém que morreu desse vírus posso me contagiar? Não.
26.- Qual é o risco das mulheres grávidas com este vírus? As mulheres grávidas têm o mesmo risco mas por dois, podem tomar os antivirais mas em caso de de contagio e com estrito controle médico.
27.- O feto pode ter lesões se uma mulher grávida se contagia com este vírus? Não sabemos que estragos possa fazer no processo, já que é um vírus novo.
28.- Posso tomar acido acetilsalicílico (aspirina)? Não é recomendável, pode ocasionar outras doenças, a menos que você tenha prescrição por problemas coronários, nesse caso siga tomado.
29.- Serve para algo tomar antivirales antes dos síntomas? Não serve para nada.
30.- As pessoas com AIDS, diabetes, câncer, etc., podem ter maiores complicações que uma pessoa sadia se contagiam com o vírus? SIM.
31.- Uma gripe convencional forte pode se converter em influenza? NAO.
32.- O que mata o vírus? O sol, mais de 5 dias no meio ambiente, o sabão, os antivirais, álcool em gel.
33.- O que fazem nos hospitais para evitar contágios a outros doentes que não têm o vírus? O isolamento.
34.- O álcool em gel é efetivo? SIM, muito efetivo.
35.- Se estou vacinado contra a influenza estacional sou inócuo a este vírus? Não serve para nada, ainda não existe vacina para este vírus.
36.- Este vírus está sob controle? Não totalmente, mas estão tomando medidas agressivas de contenção.
37.- O que significa passar de alerta 4 a alerta 5? A fase 4 não faz as coisas diferentes da fase 5, significa que o vírus se propagou de Pessoa a Pessoa em mais de 2 países; e fase 6 é que se propagou em mais de 3 países.
38.- Aquele que se infectou deste vírus e se curou, fica imune? SIM.
39.- As crianças com tosse e gripe têm influenza? É pouco provável, pois as crianças são pouco afetadas.
40.- Medidas que as pessoas que trabalham devam tomar? Lavar-se as mãos muitas vezes ao dia.
41.- Posso me contagiar ao ar livre? Se há pessoas infectadas e que tosam e/ou espirre perto pode acontecer, mas a via aérea é um meio de pouco contágio.
42.- Pode-se comer carne de porco? SIM pode e não há nenhum risco de contágio.
43.- Qual é o fator determinante para saber que o vírus já está controlado? Ainda que se controle a epidemia agora, no inverno boreal (hemisfério norte) pode voltar e ainda não haverá uma vacina.



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