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segunda-feira, junho 29, 2009

Isso é uma vergonha nacional...

Um motorista do Senado ganha mais para dirigir um automóvel do que um oficial da Marinha para pilotar uma fragata !

Um ascensorista da Câmara Federal ganha mais para servir os elevadores da casa, do que um oficial da Força Aérea que pilota um Mirage.

Um diretor que é responsável pela garagem do Senado ganha mais que um oficial-general do Exército que comanda um regimento de blindados.

Um diretor sem diretoria do Senado, cujo título é só para justificar o salário, ganha o dobro de um professor universitário federal concursado , com mestrado, doutorado e prestígio internacional.

Um assessor de 3º nível de um deputado, que também tem esse título para justificar seus ganhos, mas que não passa de um "aspone" ou um mero estafeta de correspondências, ganha mais que um cientista-pesquisad or da Fundação Instituto Oswaldo Cruz, com muitos anos de formado, que dedica o seu tempo buscando curas e vacinas para salvar vidas .

PRECISAMOS URGENTEMENTE DE UM CHOQUE DE MORALIDADE, NOS TRÊS PODERES DA REPÚBLICA , ESTADOS E MUNICÍPIOS, ACABANDO COM OS OPORTUNISMOS E CABIDES DE EMPREGO...

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quarta-feira, junho 24, 2009

Good Trip ! It's really sick !

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terça-feira, junho 23, 2009

Desespero dos bambis, sem torcida para manter o panetone. Muito Bom !!!

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domingo, junho 21, 2009

Amazing version of Africa - Toto a Capela they uses there hands to stimulate storm !

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quinta-feira, junho 18, 2009

The Bucket List (50)

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ISTO SIM TEM QUE CIRCULAR NA NET ! PELA VOLTA DOS VALORES MORAIS !


Carta enviada de uma mãe para outra mãe em SP, após noticiário na TV:

DE MÃE PARA MÃE:

Vi seu enérgico protesto diante das câmeras de televisão contra a
transferência do seu filho, menor infrator, das dependências da FEBEM
em São Paulo para outra dependência da FEBEM no interior do Estado.

Vi você se queixando da distância que agora a separa do seu filho, das
dificuldades e das despesas que passou a ter para visitá-lo, bem como
de outros inconvenientes decorrentes daquela transferência.
Vi também toda a cobertura que a mídia deu para o fato, assim como vi
que não só você, mas igualmente outras mães na mesma situação que
você, contam com o apoio de Comissões Pastorais, Órgãos e Entidades de
Defesa de Direitos Humanos, ONGs, etc...
Eu também sou mãe e, assim, bem posso compreender seu protesto.
Quero com ele fazer coro.

Enorme é a distância que me separa do meu filho.
Trabalhando e ganhando pouco, idênticas são as dificuldades e as
despesas que tenho para visitá-lo. Com muito sacrifício, só posso
fazê-lo aos domingos porque labuto, inclusive aos sábados, para
auxiliar no sustento e educação do resto da família...
Felizmente conto com o meu inseparável companheiro, que desempenha
para mim importante papel de amigo e conselheiro espiritual.
Se você ainda não sabe, sou a mãe daquele jovem que o seu filho matou
estupidamente num assalto a uma vídeo-locadora, onde ele, meu filho,
trabalhava durante o dia para pagar os estudos à noite.
No próximo domingo, quando você estiver abraçando, beijando e fazendo
carícias no seu filho, eu estarei visitando o meu e depositando flores
no seu humilde túmulo, num cemitério da periferia de São Paulo...
Ah! Ia me esquecendo: e também ganhando pouco e sustentando a casa,
pode ficar tranqüila, viu, que eu estarei pagando de novo, o colchão
que seu querido filho queimou lá na última rebelião da Febem.
Nem no cemitério, nem na minha casa, NUNCA apareceu nenhum
representante destas "Entidades" que tanto lhe confortam, para me dar
uma palavra de conforto, e talvez me indicar "Os meus direitos"!

Se concordar, circule este manifesto!
Talvez a gente consiga acabar
com esta inversão
de valores que assola o Brasil.


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Texto de autoria do Comandante Pahim (Varig/Cruzeiro)


O ACIDENTE FATAL COM O AIRBUS A-330 NO VOO 447 DA AIR FRANCE QUE CAIU NO ATLÂNTICO

Texto de autoria do Comandante da VARIG (retired), Manoel Jorge Pahim Dias.

Para ler e pensar!!! Apesar de muitos nomes técnicos, dá para perceber que aviões muito grandes e complexos não conseguem evitar o conflito entre homem e máquina na hora de tomada de decisões e de manobras importantes a serem executadas pelos pilotos. Com a palavra os amigos pilotos, sobre o que escreveu esse seu colega aposentado.

Minha opinião é, no mínimo, pragmática. Aproveitando o "gancho" de opiniões abalizadas de colegas da aviação, temos que encarar, e assumir, que há uma linha de aeronaves ditas de "última geração" que deverá passar por sérias e urgentes reformulações no projeto, a exemplo do que ocorreu com o Comet (que explodia no ar devido ao perfil angular das janelas); o Electra (explodia em vôo devido à rebitagem que não resistia à vibração das hélices); o Trident e o Boeing 727, que tinham deep stall (estol profundo - Redução da velocidade relativa ao ar, de um avião ou de um aeromodelo, a ponto de o fazer cair, por ser o seu peso maior que a força de sustentação das asas; perda (Aurélio); o "Zarapa", que teve que implantar a quilha porque não saia do parafuso; o Bandeirante que teve reestruturado por completo o sistema de compensador do profundor, porque a ‘cauda saia’ em vôo, etc.

A linha recente da Airbus, em várias condições de vôo, sobrepuja, e por vezes chega até a anular qualquer ação de comando proveniente da cabine, o que não deixa de ser um absurdo. Cito um exemplo: uma manobra evasiva anti-colisão será limitada pela não-aceitação de comando brusco. Pelo mesmo viés, o fato dos comandos de vôo serem fly-by-wire (comando por fio elétrico), totalmente potenciados eletricamente sem qualquer back-up (comando mecânico paralelo) que não seja o elétrico, significa necessariamente que a perda total de energia elétrica redunda inexoravelmente na perda total de atuação nos comandos de vôo! Um exemplo recente ocorreu com o Swissair FLT 111 em 1998, que se estatelou sobre o mar sem qualquer tipo de orientação e comando.


Até hoje não há uma conclusão definitiva sobre a ocorrência da superposição do comando proveniente do computador de bordo x comando de cabine no acidente com o avião da TAM em Congonhas. Mesmo que se dê razão ao ilustre investigador que afirmou que o recuo das manetes tem que ser total, ao ponto de uma folga de 2 mm simbolizar que o piloto quer arremeter é de um absurdo paralisante, característica de quem não sabe para o que serve um "curso de manete". Mas esse acidente foi o 5° em circunstâncias idênticas. Várias operadoras, após esse acidente, passaram a incluir no treinamento de simulador o corte do motor quando tal fenômeno vier a ocorrer, ou seja, há um reconhecimento tácito de que o projeto é falho e temerário.


Mas, voltando à nova geração AIRBUS, é bom lembrar que durante o vôo de demonstração inaugural em Fairbourough, Inglaterra, a aeronave entrou voando sobre as árvores porque os computadores de bordo não aceitaram o comando dos pilotos. Mais cinco acidentes idênticos ocorreram após esse. Dois incidentes de brusca variação de atitude sem comando da cabine ocorreram no ano passado com um Airbus A330 na Austrália e mais um na Nova Zelândia. Hoje, 04/06/09, já estamos vendo as primeiras manifestações "plantadas" pelo interesse do fabricante, no sentido de sutilmente colocar na opinião pública a idéia de que os pilotos incorreram em erro ao adentrar em turbulência com velocidade inadequada. Nada mais patético! Qualquer piloto sabe qual a velocidade de penetração em turbulência, quanto mais os colegas de vôo internacional de uma empresa como a AIR FRANCE!

Mesmo que você seja apanhado de surpresa, o ajuste é rápido: motor no "esbarro" para pouca velocidade; speed-brake (baixar a velocidade) e power off (cortar o motor) para velocidade alta. Em segundos, você se acerta, não é mesmo? A propósito, quando saímos para um vôo, levamos conosco o folder contendo todas as informações necessárias, incluindo a surface prog e wind aloft prog, ou seja, ninguém vai voar sem saber o que tem pela frente.
Seguramente, não pode ter sido diferente com os colegas franceses. Portanto, a pífia imputação de desconhecimento das condições meteorológicas da rota também não pode prosperar. O AF 447 emitiu quatro wakes (alarmes) antes da queda, com coincidentes quatro minutos de intervalo um do outro: o primeiro reportando falha elétrica no sistema principal; o segundo reportando a atuação do sistema stand-by (de sobreaviso) operando com restrição nos comandos de vôo (spoilers - aletas escamoteáveis nas asas, yaw damper - aletas de guinada, etc.); o terceiro informando a perda do sistema de navegação lateral e vertical e, finalmente, o quarto: o mergulho na vertical com despressurização (o que é previsível, pois não há sistema que aguente descida no cone "sustentação zero").


Diante disso, conclui-se que o ocorrido em tudo se assemelha ao acidente com o SWISSAIR, no qual a aerovane ficou totalmente desgovernada, sem qualquer tipo de orientação, E SEM QUALQUER TIPO DE COMANDO NA CABINE, INCLUINDO O DE POTÊNCIA. A pergunta que fica: até quando vamos aceitar com passividade voar aviões como esses? Associações e sindicatos não devem temer o poder econômico, principalmente quando há vidas humanas envolvidas.


A quem possa interessar, é como eu penso!

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Google Adsense funciona mesmo !

Prezados,

Agradeço os cliques nos banners providos pelo Google Adsense !

Em função dos inúmeros cliques realizados pelos visitantes do website Horus Strategy o Google entrou em contato comigo para providenciar em breve o primeiro pagamento em USD.

Mais uma vez muito obrigado e continuem disfrutando do conteúdo do website Horus Strategy - Investimentos !

Abraços e bons trades !

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Por R$ 470, chinês HiPhone é vendido na Santa Ifigênia

GUILHERME BARROS - guilherme.barros@grupofolha.com.br

Por R$ 470, chinês HiPhone é vendido na Santa Ifigênia

AíPhone, HiPhone, Épico. Os nomes são variados, mas todos indicam o mesmo produto: a versão pirata do celular da Apple, iPhone. Os aparelhos já podem ser facilmente encontrados pelas lojas da rua Santa Ifigênia, a meca dos produtos eletrônicos de São Paulo.
As vendas começaram há poucas semanas e a fabricação, segundo os lojistas, há seis meses. O aparelho chinês não tem referência do fabricante.
O preço, R$ 470, é o principal atrativo. Nas operadoras, o iPhone sai por R$ 2.000, com o pacote de dados. Há versões mais acessíveis, por R$ 700, mas com limite de uso. Na Santa Ifigênia, o clone do iPhone sai por até R$ 420, caso o pagamento seja feito em dinheiro.
À primeira vista, a cópia parece perfeita, especialmente a do modelo 3G (terceira geração). Basta começar a utilizá-lo para notar as diferenças. A tela, por exemplo, é muito menos sensível do que a do iPhone. É preciso insistência para que os comandos sejam obedecidos.
A câmera fotográfica, que deveria ter 2 Megapixels, não chega a isso. A memória também é menor. Na maior parte das lojas, o HiPhone, ou AíPhone, como dizem na Santa Ifigênia, é vendido com chip de 1 gigabyte, mas a coluna encontrou aparelhos com cartões de memória de até 256 KB (kilobytes). Para se atingir 8G, mínimo oferecido pelo iPhone original, é preciso comprar ainda um cartão, o mesmo das câmeras fotográficas portáteis.
Navegar pela internet com o HiPhone também é propaganda enganosa. O aparelho não tem "browser", programa que permite a navegação. Só dá para trocar e receber mensagens, via SMS, os torpedos.
A vantagem do HiPhone é a capacidade de uso de dois chips telefônicos diferentes ao mesmo tempo (podem ser de operadoras diferentes, inclusive), algo não permitido no original. Há também funcionalidades adicionais, como a antena de TV que capta sinais em baixa definição das emissoras abertas. Também permite o uso de periféricos de outras marcas e é possível abri-lo para trocar a bateria, impensável no original.
Procurada, a Apple afirmou que não comentaria o assunto.

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terça-feira, junho 16, 2009

Novos provérbios na era da informática

1. A pressa é inimiga da conexão.
2. Amigos, amigos, senhas à parte.
3. Antes só, do que em chats aborrecidos.
4. A arquivo dado não se olha o formato.
5. Diga-me que chat freqüentas e te direi quem és.
6. Para bom provedor uma senha basta.
7. Não adianta chorar sobre arquivo deletado.
8. Em briga de namorados virtuais não se mete o mouse.
9. Em terra off-line, quem tem um 486 é rei.
10. Hacker que ladra, não morde.
11. Mais vale um arquivo no HD do que dois baixando.
12. Mouse sujo se limpa em casa.
13. Melhor prevenir do que formatar.
14. O barato sai caro. E lento.
15. Quando a esmola é demais, o santo desconfia que tem vírus anexado.
16. Quando um não quer, dois não teclam.
17. Quem ama um 486, Pentium 5 lhe parece.
18. Quem clica seus males multiplica.
19. Quem com vírus infecta, com vírus será infectado.
20. Quem envia o que quer, recebe o que não quer.
21. Quem não tem banda larga, caça com modem.
22. Quem nunca errou, que aperte a primeira tecla.
23. Quem semeia e-mails, colhe spams.
24. Quem tem dedo vai a Roma.com
25. Um é pouco, dois é bom, três é chat ou lista virtual.
26. Vão-se os arquivos, ficam os back-ups.
27. Diga-me que computador tens e direi quem és.
28. Há dois tipos de pessoas na informática. Os que perderam o HD e os que
ainda vão perder...
29. Uma impressora disse para outra: Essa folha é sua ou é impressão
minha.
30. Aluno de informática não cola, faz backup.
31. O problema do computador é o USB (Usuário Super Burro).
32. Na informática nada se perde nada se cria. Tudo se copia... E depois
se cola.

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segunda-feira, junho 08, 2009

TV Globo - Bom Dia Brasil - Isso é uma vergonha !!!

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quinta-feira, junho 04, 2009

"Todo mundo 'pensando' em deixar um planeta melhor para nossos filhos... Quando é que 'pensarão' em deixar filhos melhores para o nosso planeta?"

Essa pergunta foi a vencedora em um congresso sobre vida sustentável.

"Todo mundo 'pensando' em deixar um planeta melhor para nossos filhos... Quando é que 'pensarão' em deixar filhos melhores para o nosso planeta?"
Uma criança que aprende o respeito e a honra dentro de casa e recebe o exemplo vindo de seus pais, torna-se um adulto comprometido em todos os aspectos, inclusive em respeitar o planeta aonde vive.

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quarta-feira, junho 03, 2009

Está explicado ... Trate bem sua mulher !

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terça-feira, junho 02, 2009

Personagens do Mercado: Merton e Scholes, o Nobel por trás da queda do LTCM

Por: Roberto Altenhofen Pires Pereira
02/06/09 - 11h00
InfoMoney


SÃO PAULO - Esta edição de Personagens do Mercado mostra que mesmo os

personagens mais respeitados não estão isentos de algum revés. A história

do fundo LTCM - Long Term Capital Management - é prova desta afirmação.



Dois gênios do mercado se uniram na fundação do LTCM. Myron Scholes e

Robert Merton estavam por trás da fórmula Black-Scholes, com participação

também de Fischer Black. Juntos, Scholes e Merton fundaram o LTCM para,

entre outras coisas, aplicar a teoria que lhes rendeu o prêmio Nobel de

economia de 1997.



A fórmula

O modelo Black-Scholes foi introduzido no paper de 1973 batizado "The

Pricing of Options and Corporate Liabilities". Apesar de não possuir Merton

no nome, sua participação no processo de elaboração do conceito é

reconhecida, pois ele chegara ao mesmo resultado em outro artigo.



A fórmula de precificação de opções traz o preço justo de uma opção de

compra europeia a partir dos parâmetros: preço atual do ativo objeto, preço

de exercício, volatilidade, taxa livre de risco e tempo até o vencimento da

opção.



O próprio Merton certa vez afirmou que o fundo "casaria a melhor teoria de

finanças com a melhor prática de finanças". Com dois agraciados com o Nobel

à frente e com uma equipe que ainda contava com um ex-presidente do Federal

Reserve de Nova York, David Mullins, e John Meriwether, um famoso trader

que chegou a vice chairman do Salomon Brothers, o LTCM tinha tudo para ter

sucesso.



Teoria na prática









- Black-Scholes -



C = S. N(d1) - X. e-rt. N(d2)



- C: preço da opção de compra (call)

- S: preço do ativo no momento

- N: área sobre a curva - distribuição normal

- d1: [ ln(S/X) + (r + σ²/2) T ] / σ T¹/²

- X: preço de exercício da opção

- r: taxa livre de risco

- T: tempo até o vencimento da opção

- d2: d1 - σ T¹/²











O talento de sua equipe logo começou a colocar o LTCM como um dos fundos

mais respeitados do mundo. O princípio básico era identificar spreads

temporários entre as taxas de retorno oferecidas por títulos de diferentes

países. No longo prazo, a ideia básica era, grosso modo, que estas taxas

iriam convergir, fator que criava a oportunidade de ganhos.



Os primeiros anos renderam ao fundo uma taxa de retorno anual próxima de

40%, o que o colocou nos holofotes. Scholes explicou que a proposta era

ganhar com "pequenos spreads em milhares de operações, varrendo níqueis que

outros não conseguiam enxergar".



Percalço

A ascensão do LTCM foi tão espetacular quanto sua queda. A ruína veio em

1998, com a crise russa. O país havia dado calote no pagamento de seus

títulos, o que gerou uma onda de confiança e migração dos investimentos em

busca da segurança dos Treasuries. Com este movimento, o spread entre as

taxas de juros dos títulos de diversos países em relação às notas do

Tesouro norte-americano aumento exponencialmente.



Por um lado, Merton, Scholes, Mullins e a gabaritada equipe do LTCM tinham

um argumento. O ocorrido na Rússia não trazia precedentes na história dos

mercados emergentes até então. O calote nos títulos denominados em moeda

local ocorreu antes do país não honrar suas obrigações em moeda

estrangeira, o que geralmente não é previsto, tendo em vista a

possibilidade da Rússia emitir sua moeda local para amenizar sua dívida.



Quebra

Diante da ameaça, o fundo foi obrigado a liquidar suas posições e provocou

uma avalanche no mercado de crédito. Como uma prévia do caso atual, o

Federal Reserve teve de intervir para evitar uma quebra generalizada.



Além de realizar um corte emergencial no juro básico norte-americano, a

autoridade monetária articulou resgate próximo de US$ 3,5 bilhões ao fundo,

com recursos de bancos que haviam investido através do LTCM. Vale lembrar

que o Fed não injetou capital próprio no LTCM, apenas orquestrou a manobra

com recursos de terceiros.



A iniciativa do Fed garantiu uma reestruturação do fundo, que anunciou sua

liquidação no início de 2000. A importância da fórmula é inegável e não

pode ser diretamente relacionada aos insucessos na gestão do LTCM. Além de

um esboço do que se tornou rotina atualmente, o caso prova que até o Nobel

pode tropeçar na incerteza.

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Personagens do mercado: as lições de Warren Buffett, o oráculo de Omaha

Personagens do mercado: as lições de Warren Buffett, o oráculo de Omaha

Por: Roberto Altenhofen Pires Pereira
21/05/09 - 11h15
InfoMoney


SÃO PAULO - A segunda matéria da série Personagens do Mercado não consegue
fugir do óbvio. Após falar de Benjamin Graham, a InfoMoney conta a história
do investidor mais famoso do mundo, o mais bem sucedido; traz um pouco da
vida de Warren Buffett.

As lições e o jeito simples tornam Buffett um ícone dos mercados. Aos 78
anos, o "oráculo de Omaha" fala e os mercados escutam. Qualquer decisão por
ele anunciada, por si só, já parece garantir o retorno para a Berkshire
Hathaway. Buffett fala, os mercados assumem.

Mais do que um caso de sucesso, a vida de Buffett é uma lição valiosa. Seus
valores, ideias e iniciativas ultrapassam as cifras que conquistou na
bolsa. Desta vez, Personagens do Mercado conta uma história de vida.

Os primeiros passos
Desde criança mostrava extrema habilidade com números. Fazia diversas
operações matemáticas de cabeça, o que chama atenção até hoje. Uma das
frases mais conhecidas de Buffett já se aplica ao seu primeiro
investimento. "A primeira regra é não perder dinheiro. A segunda regra é
nunca esquecer a primeira regra".

Conta-se que aos seis anos, Buffett, que era filho de um operador de
mercado, comprava garrafas de Coca-Cola na venda de seu avô e as revendia
com pequeno ágio. Seu primeiro contato com a bolsa, no entanto, veio
através da companhia Cities Service. Aos onze anos, Buffett comprou três
ações preferenciais da empresa, por US$ 38 cada.

Seu primeiro investimento em ações, que havia sido realizado em conjunto
com sua irmã Doris, parecia ir por água abaixo. Logo após a compra, o valor
das ações caiu para US$ 27. Sem esquecer sua primeira lição, Buffett revela
a segunda já aos onze anos. Esperou, até vender suas três ações a US$ 40
cada. Paciência é uma virtude também nos investimentos. Ainda assim,
Buffett parecia jovem demais para perceber que o papel tinha potencial para
chegar a US$ 200, como chegou.


(Embedded image moved to file: pic07164.jpg)Paciência
O caso da Cities Service foi apenas uma introdução do que seria o perfil de
investimento de Warren Buffett: foco voltado ao longo prazo. O próprio
Buffett chegou a confirmar que analisou o balanço da Anheuser-Busch por 25
anos antes de comprar a ação da empresa.

No momento em que a comprou, não se importou muito em avaliar o preço que
estava pagando, afinal, seus esforços se baseavam de maneira geral na
análise do que estava comprando. "Compre uma empresa, não uma ação."

Contato com o Value Investing
Mas Buffett saberia como ninguém adquirir ações também por preços
atrativos. Sua maneira de administrar períodos de crise lhe rendeu boa
parte de sua fortuna. Voltando à importância de se ter paciência, Buffett
chega a esperar anos para comprar uma ação abaixo de seu valor intrínseco.

Esta ideia remete a seu mentor, Benjamin Graham. Voltando à sua história,
aos dezessete anos Buffett se formou no ensino fundamental e partiu, por
vontade de seu pai, para uma faculdade. Após cursar dois anos na
Universidade da Pensilvânia e largar os estudos, tentou ingressar em
Harvard. Foi rejeitado, considerado jovem demais. Partiu para a
Universidade de Columbia, onde teve contato com Graham.

Apesar de sua vocação natural, os ensinamentos de Benjamin Graham podem ser
considerados como ponto crucial para a história de Buffett nos
investimentos. Ao conhecer os conceitos do value investing, passou a
segui-los à risca. Aos 21 anos, Buffett foi acompanhar Graham também em sua
empresa, após muitos esforços para conseguir o tal emprego na Geico, que
muito depois viria a ser comprada pela Berkshire Hathaway.

Buffett Associates
Entre as diversas lições deixadas por Buffett, uma vai contra um princípio
comum a alguns investidores. Buffett preferia alguma concentração dos
investimentos, não optando por uma total diversificação. "Uma
diversificação ampla só é requerida quando os investidores não entendem o
que estão fazendo".

A partir das próprias experiências e do conhecimento adquirido com Graham,
passou a voar sozinho. Em 1956, criou a Buffett Associates, junto com suas
irmãs e outros parceiros. A pequena companhia conseguia, em seus primeiros
anos, um retorno próximo de 250%, em um intervalo que o índice Dow Jones
havia acumulado valorização de 74%.

Buffett se tornou celebridade em sua região. Ainda assim, sempre se negou a
oferecer qualquer dica de investimento a seus amigos, quando solicitado.
Sempre reconheceu a importância dos ensinamentos do mentor Graham.

Berkshire: de US$ 10 a US$ 92.000
Com 35 anos, Buffett finalmente chegou ao controle da Berkshire Hathaway,
uma empresa do ramo têxtil que também vendia seguros. Buffett considerava a
administração da companhia muito fraca no momento, e acumulou 49% de suas
ações ordinárias para se autodeclarar diretor.

Na ocasião da aquisição, as ações da Berkshire Hathaway valiam menos de US$
10 cada, isto em 1965. No fechamento da última segunda-feira (18), as
mesmas ações valiam US$ 92.000 cada. Hoje, a Berkshire se tornou uma
holding que possui participações importantes em companhias como Coca-Cola,
Gillette, American Express, Conoco Phillips e, recentemente, bancos como
Wells Fargo e Goldman Sachs.

Em 2007, Buffett confirmou em sua carta aos acionistas que o único
investimento que a Berkshire vinha mantendo em moeda estrangeira era no
real, desde 2002. Naquele ano, a divisa norte-americana se desvalorizou em
cerca de 17% ante a brasileira. Os investimentos em reais renderam
aproximadamente US$ 2,3 bilhões a Buffett.

O mesmo de 50 anos atrás
Além de sua estratégia de investimentos, Buffett chama atenção por seu
estilo de vida. Apesar de bilionário, mantém muitos dos costumes de sua
juventude. Ainda mora na cidade de Omaha, na mesma casa adquirida 50 anos
atrás, por aproximadamente US$ 31 mil. Aos 78 anos, afirma que deixará de
herança a seus filhos o necessário para que façam o que quiserem, mas façam
alguma coisa. Buffett se comprometeu, em 2006, a doar aproximadamente 85%
de sua fortuna para a Fundação de Bill Gates, o que representa o maior ato
filantrópico da história.

As histórias de Buffett fazem um mercado sofisticado para muitos parecer
simples. Entre tantas estratégias, a visão do oráculo de Omaha lembra do
conceito clássico de investimento, de buscar valor, de focar o longo prazo.


Os números falam por si. Em 2008, Buffett perdeu aproximadamente US$ 25
bilhões com a crise internacional. Sem este dinheiro, ainda é considerado o
segundo homem mais rico do mundo e o investidor mais bem sucedido de todos,
com uma fortuna estimada em US$ 37 bilhões [dados de 2009 da Forbes].

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Personagens do mercado: o caso de Naji Nahas e a quebra da bolsa do Rio

Personagens do mercado: o caso de Naji Nahas e a quebra da bolsa do Rio

Por: Roberto Altenhofen Pires Pereira
27/05/09 - 14h00
InfoMoney


SÃO PAULO - A terceira matéria de Personagens do Mercado tenta ir contra as
duas anteriores. As figuras antes apresentadas, além de lições de
investimento, carregam uma imagem positiva nos mercados. Mais polêmica,
essa sessão conta uma das histórias mais famosas do mercado acionário
brasileiro: a de Naji Nahas.

Acusado por diversas frentes, o nome de Nahas aparece na operação
Satiagraha da Polícia Federal e no episódio da quebra da Bolsa de Valores
do Rio de Janeiro, entre outros casos interessantes. O investidor fez
fortuna no Brasil com operações de altíssimo risco, cuja legitimidade é
questionada até os dias atuais.

A quebra da bolsa do Rio levou Nahas aos tribunais por diversas vezes, mas
não conseguiu incriminá-lo. O episódio alimenta a principal rixa do mercado
brasileiro, entre Nahas e o fundador da BM&F, Eduardo da Rocha Azevedo.

O desembarque
Nascido no Líbano, Naji Nahas desembarcou no Brasil com US$ 50 milhões em
1969. Menos de um ano depois, já possuía fortuna estimada em cerca de US$ 1
bilhão. Sua chegada foi atribulada desde o início, sendo que o voo que o
trouxe ao Brasil havia sido sequestrado no trajeto e levado a Cuba.

A origem dos US$ 50 milhões que trazia é creditada a herança de sua
família. Naquele período, Nahas se envolveu com os irmãos Hunt, famosos por
controlar o mercado mundial de prata na época. A família Hunt fez fortuna
no Texas ao entrar agressivamente no mercado com a prata a US$ 2 por onça e
guiar a commodity para a casa de US$ 50 por onça, valorização de 2.400%.
Naquela época, os irmãos chegaram a deter cerca de 10% do suprimento
global. Quando liquidaram suas posições, a prata voltou dos US$ 50 para US$
10 a onça.


(Embedded image moved to file: pic03542.jpg)A associação com os Hunt
garantiu a Nahas um posto entre os maiores compradores de prata do mundo.
Paralelamente, compôs um conglomerado de 28 empresas que incluía a
seguradora Internacional e a maior produtora nacional de coelhos para
exportação. Além de se tornar lenda no mercado financeiro, Nahas circulava
entre alta sociedade, sempre ostentando.

A quebra
No mercado de ações, a postura de Nahas chamava atenção pela estratégia
arrojada. As acusações apontavam que Nahas emprestava dinheiro de
instituições financeiras para aplicar em ações, manipulando a valorização
dos ativos realizando negócios consigo mesmo via laranjas ou corretores.
Foi inocentado em 2004. Alega que a quebradeira ocorreu pela mudança nas
regras de negociações, acusando posteriormente o ex-presidente da Bovespa
Eduardo Rocha Azevedo de planejar sua queda.

Com suas operações, Nahas chegou, sozinho, a controlar 6% das ações da
Petrobras e 10% dos papéis da Vale em circulação. O investidor defende que
Rocha Azevedo fazia parte de um grupo que apostava na retração do Ibovespa,
enquanto ele apostava na alta. A partir deste pressuposto, afirma que o
ex-presidente da Bovespa pressionou bancos a cortarem seu crédito, o que
levou à sua quebra.

Segundo a biografia de Eduardo Rocha Azevedo*, Nahas mantinha posição bem
acima do limite estipulado pela BM&F, que era de 20%. As posições
concentradas no Índice Bovespa futuro eram, em sua maioria, creditadas a
Nahas ou seus laranjas. Com o estouro da inadimplência de Nahas, foram
tomadas medidas para conter as perdas e liquidar as posições do investidor.
Sua carteira foi confiscada, o que rende processo judicial até os dias
atuais. Nahas pede uma indenização de R$ 10 bilhões pela perda de seus
ativos. Projeta este montante com base no valor atual de portfólio.

A rixa
Na ocasião, Eduardo da Rocha Azevedo afirmou: "não tenho poderes para
impedir que um investidor seja financiado por instituições financeiras. O
que compete à bolsa é administrar o mercado para que as corretoras não
corram risco que possa comprometer o sistema. Aí, repito que a Bovespa
trabalhou com um pouco mais de prudência e evitou esse problema", declarou
ao jornal O Globo, em junho de 1989.

"Sou uma vítima das pressões indevidas e ilegítimas que foram montadas no
mercado visando alterar, na undécima hora, as regras do jogo referentes a
operações em andamento", divulgou Nahas em nota, citada na biografia de
Rocha Azevedo.

Nas palavras de Horacio de Mendonça Netto, ex-superintendente geral da
Bovespa e BM&F, "Nahas possuía a incrível capacidade de aglutinar e liderar
gente rica para operar com ele, e ainda levá-las a achar que o culpado era
o Eduardo, o que mostra que Naji é um fenômeno".**

Em 2004, Nahas foi inocentado do processo que o acusava de manipulação do
mercado e quebra da bolsa do Rio. Atualmente, roda o pedido bilionário de
indenização contra a bolsa. O investidor voltou aos noticiários com a
operação Satiagraha, em julho do ano passado. Chegou a ser preso sob
acusação de participar de um esquema de desvio de verbas públicas e crimes
financeiros. Entre os presos na operação estavam o banqueiro Daniel Dantas,
dono do Opportunity, e o ex-prefeito de São Paulo Celso Pitta.

* "Eduardo da Rocha Azevedo - a Bovespa e a BM&F", de Ângela Ximenes,
Editora Contexto
** Trecho retirado da biografia citada

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Personagens do mercado: a história de Benjamin Graham, mentor de Buffett

Personagens do mercado: a história de Benjamin Graham, mentor de Buffett

Por: Roberto Altenhofen Pires Pereira
12/05/09 - 19h29
InfoMoney


SÃO PAULO - "Personagens do mercado" busca contar a história de quem
escreveu a história das bolsas. Para o investidor, lições inteligentes
deixadas por personalidades interessantes, casos impressionantes ou
situações curiosas. Uma homenagem da InfoMoney a quem fez e sempre fará
parte da rotina dos mercados.

A matéria de estreia exigia cuidado especial. Entre tantas opções, como
escolher uma figura que mereça a primeira página, o primeiro contato do
investidor com a história? Pela fama, pela influência, pelas opiniões, o
nome de Warren Buffett despontou como unanimidade.

Mas para fugir do convencional, garimpamos. Vamos atrás de quem ensinou o
que Buffett ensina atualmente. Vamos atrás de Benjamin Graham, o guru do
sábio de Omaha.

Graham
Aos que não conhecem, ou ficaram decepcionados por não se tratar do próprio
Buffett, vale uma breve introdução. Graham é conhecido como o pai do Value
Investing, grosso modo, o investimento em valor, a partir de fundamentos.
Nascido em 1894, em Londres, mudou ainda criança para Nova York. Sua
família montou um negócio para tratar de trâmites de importação, que não
conseguiu ser bem sucedido após a morte de seu pai.

Em 1907, as economias da família já haviam se esgotado com o período de
crise econômica. Graham resolveu estudar economia, ingressando na
Universidade de Columbia. Por lá, se destacou entre os estudantes,
recebendo convite para lecionar após sua graduação. Mas Graham preferiu
Wall Street.

Aí surge sua parceria com Jerome Newman, um operador que também advinha de
Columbia. Com a Grande Depressão de 1929, seus negócios foram devastados.
Conseguiu sobreviver com a ajuda de amigos, mas se desfez de toda sua base
de ativos.


(Embedded image moved to file: pic02874.jpg)Invista em valor
Mas a crise trouxe importantes lições a Graham, de como comprar ações com
desconto sobre o valor real da empresa. A partir da ideia, surgiu o
conceito de "valor intrínseco", que nada mais é que o verdadeiro valor da
empresa, considerando fatores tangíveis e intangíveis.

Baseado nestas idéias, Graham conseguiu um retorno anual próximo de US$ 500
mil na época, com apenas 25 anos. Com "Security Analysis*", diferenciou os
conceitos de investimento e especulação.

Investimento X Especulação
"Uma operação de investimento é quando, através de análise criteriosa,
promete assegurar um retorno principal e adequado. Operações que não
satisfazem estes requerimentos são especulativas".

"Security Analysis" logo foi considerada uma das principais obras sobre
investimentos da época. Ainda assim, seu livro mais famoso viria depois, em
1949, com "The Intelligent Investor**". "O melhor livro sobre investimentos
já escrito", nas palavras de Buffett.

Investidor inteligente
Ainda sob o conceito de valor intrínseco, Graham introduziu a ideia de
margem de segurança, que nos projeta ao atual upside, ou potencial de
valorização. Para Graham, simboliza apenas a diferença entre o preço da
ação e o valor intrínseco da companhia.

Pelas aplicações bem sucedidas de Graham, o "value investing" passou a ser
seguido por diversos investidores. Graham também defendia uma visão de
longo prazo, apostando nos fundamentos de sua análise:

"O acionista não deve se preocupar com flutuações de preço, visto que o
mercado se comporta como uma máquina de votos no curto prazo, mas no longo
prazo, age como uma balança"; no longo prazo, os fundamentos prevalecem.

Contato com Buffett
A história de Graham com Buffett não fica nos livros, nos ensinamentos.
Buffett foi aluno de Graham em Columbia. Muitos dizem que Buffett foi o
único aluno que conseguiu tirar um A+ de Graham. Buffett passou a assumir
por completo a estratégia do professor. Esforçou-se muito para trabalhar na
firma de Graham, que cedeu à sua persistência.

O filho mais velho de Buffett, Howard Graham Buffett, carrega o pai do
Value Investing em seu nome. Hoje em dia, as frases e decisões de Buffett
são um pouquinho da experiência que adquiriu com Graham, a quem se referia
como "a segunda pessoa mais influente de minha vida, após meu pai".

*sem tradução para o português
** "O Investidor Inteligente - Um Guia Prático de Como Ganhar Dinheiro na
Bolsa", editora Nova Fronteira

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segunda-feira, junho 01, 2009

Matéria publicada no Jornal do Commércio dia 29/05 - Dólar ronda os R$ 2 e chega a 1,998 na BM&F


Dólar ronda os R$ 2 e chega a 1,998 na BM&F.pdf

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