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quarta-feira, dezembro 06, 2006

Pensando no longo prazo? Invista em ações e tenha uma aposentadoria tranqüila

Por: Marcello de Almeida
05/12/06 - 19h55
InfoMoney

SÃO PAULO - A estabilização da economia e a queda da inflação têm facilitado o planejamento financeiro e ampliado o interesse por investimentos de longo prazo. Como uma das conseqüências, o mercado de previdência privada registrou forte crescimento nos últimos anos, movimento impulsionado ainda pela percepção de que a previdência pública passa por problemas e dificilmente irá proporcionar uma aposentadoria tranqüila para quem quer que seja.

O poupador conta com diversas opções para investir no longo prazo, com destaque para os fundos de previdência privada, que certamente respondem às necessidades e aos anseios de uma série de investidores.

Porém, o mercado de ações pode também aparecer como uma interessante viável para quem almeja uma aposentadoria tranqüila, enfatizando que as projeções dos analistas indicam um rendimento interessante para o mercado de renda variável nos próximos anos.

Compre blue chips e re-invista os proventos
Quem pensa no longo prazo, nos recursos que vão garantir a sua qualidade de vida após muitos anos de trabalho árduo, certamente deve buscar bons rendimentos. Entretanto, segurança também é fundamental.

Se a opção for pelo investimento em ações, a dica é investir regularmente e montar uma carteira diversificada, formada apenas por ações de companhias com boas perspectivas de crescimento, preocupadas com boas práticas de governança corporativa e consagradas em seu mercado de atuação, as chamadas blue chips.

Neste contexto, avalie a possibilidade de adquirir ações de companhias como Petrobras, Vale do Rio Doce, Bradesco, Itaú, Gerdau, Usiminas, Telesp, etc.

Empresas com políticas agressivas de distribuição de lucros também devem consideradas. Muitas vezes subestimado, o re-investimento dos proventos pode potencializar, e muito, a rentabilidade de uma aplicação, principalmente quando o foco é o longo prazo. Deixe a capitalização composta ("juros-sobre-juros") trabalhar a seu favor.

Alugue suas ações e gere renda adicional
Outra estratégia que pode ser adotada é o aluguel de ações. Da mesma forma de quando alugamos uma casa ou um automóvel, no mercado acionário também existe a possibilidade de repassar temporariamente a propriedade de suas ações para outros, mediante a contrapartida de uma remuneração, o chamado aluguel.

Alugar ações pode ser uma excelente oportunidade para alavancar ganhos de investidores com perspectivas de longo prazo. Afinal de contas, se você não pretende vendê-las no curto prazo, o aluguel de ações representa uma fonte adicional de receita. Nos últimos, a taxa de remuneração oscilou entre 3% e 7% ao ano, podendo superar ou não este intervalo.

Os riscos de se alugar ações são mínimos, uma vez que a CBLC (Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia) garante a operação. É importante reforçar que, ao alugar suas ações, o investidor repassa temporariamente a posse dos títulos, sem, no entanto, abrir mão de beneficios atribuídos aos papéis no período, como, por exemplo, os dividendos.

Isenção de Imposto de Renda
A possibilidade de se investir em ações e não pagar imposto de renda em nenhum momento eleva ainda mais a atratividade deste mercado como alternativa de investimento no longo prazo. Isso mesmo, você não leu errado: existem operações em bolsa que são completamente isentas de IR.

No mercado de ações, o investidor paga imposto de renda apenas quando vende as suas ações, mas pode ficar isento do pagamento caso suas vendas não superem R$ 20 mil em cada mês.

Por exemplo, vamos supor que você invista regularmente em ações e ao se aposentar tenha uma carteira de R$ 500 mil. De acordo com a legislação brasileira, se você limitar suas vendas a R$ 20 mil mensais, não pagará imposto de renda nenhum. Interessante, não?!

Planeje e minimize os riscos
Este conjunto de variáveis certamente coloca o mercado de ações como uma alternativa extremamente interessante para quem busca formas de garantir uma aposentadoria tranqüila.

No entanto, não podemos esquecer que investir em ações também embute uma série de riscos. Neste caso, um bom planejamento é fundamental. Busque o maior volume de informações possível e a ajuda de especialistas. Com uma boa estratégia, os riscos do mercado de ações podem ser mensurados e reduzidos de forma significativa.

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Pesquisa sobre percepção de corrupção coloca Brasil na 42ª posição entre 101 países

Da Redação UOL
Em São Paulo

Uma pesquisa internacional sobre a percepção das populações locais em relação à corrupção em seu próprio país, promovida pela Organização Gallup, mostra o Brasil na 42ª posição do ranking entre 101 países pesquisados.

O levantamento da instituição foi feito por amostragem com cerca de mil adultos em cada um dos países pesquisados, aos quais foram apresentadas as seguintes perguntas:
— A corrupção está disseminada no governo de seu país?
— A corrupção está disseminada entre as empresas de seu país?

Em primeiro lugar no ranking ficou a Finlândia, com 12 pontos no índice de percepção de corrupção da pesquisa, seguida por Dinamarca (21 pontos), Nova Zelândia (21), Cingapura (22) e Arábia Saudita (25).

À frente do Brasil, que obteve 73 pontos segundo o índice, estão países como: Uruguai (na 13ª colocação do ranking; e 45 pontos); Chile (19ª; 59); Venezuela (31ª; 68); Espanha (37ª; 71); e Senegal (40ª; 72).

Na seqüência da lista, atrás do Brasil, destaque para países como: África do Sul (43ª posição; e 74 pontos); Alemanha (48ª; 75); México (idem à Alemanha); República Tcheca (69ª; 82 pontos); e, figurando em último lugar do ranking, Lituânia (101ª; 94 pontos).

A Organização Gallup informa que seu ranking de corrupção foi comparado a outros estudos de referência sobre o tema: da organização Transparência Internacional, e a resultados de três pesquisas incluídas no Índice de Competitividade Global do Fórum Econômico Mundial. Segundo a Gallup, em ambos os casos houve forte correlação de resultados.

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domingo, dezembro 03, 2006

Aprenda como investir em ações e, sem burlar a lei, não pagar Imposto de Renda

Por: Marcello de Almeida
30/11/06 - 20h16
InfoMoney

SÃO PAULO - Muitas vezes ignorada pelos pequenos investidores, a incidência do Imposto de Renda sobre o ganho líquido obtido com os investimentos no mercado financeiro pode afetar de forma significativa a rentabilidade de uma aplicação, principalmente no longo prazo.

O que muita gente não sabe é que existem formas de contornar essa situação. Em vigor desde janeiro de 2005, a lei nº 11.033 promoveu significativas alterações no tratamento tributário das aplicações financeiras.

No caso específico da renda variável, as mudanças levaram a uma redução da alíquota de IR, que continua sendo única, mas baixou de 20% para 15%, e no fato de que agora se recolhe imposto na fonte a uma alíquota de 0,005%. Tais alterações não se aplicaram, porém, aos ganhos auferidos em operações de um dia, mais conhecidas como Day-Trade, que permanecem à alíquota de 20%.

Operações completamente isentas de IR
As informações anteriormente descritas não são novidade para a maioria das pessoas que aplica seus recursos no mercado de renda variável. No entanto, existe um ponto pouco considerado por parte dos investidores: existem operações em bolsa que são completamente isentas de IR.

Este é o caso, por exemplo, dos ganhos líquidos obtidos em vendas de ações com valor total inferior a R$ 20 mil em cada mês. Haverá ainda isenção do recolhimento do imposto de renda na fonte, caso o valor do imposto, somadas todas as operações realizadas em um mês, seja igual ou inferior a R$ 1,00.

"O fato gerador do Imposto de Renda é a venda de ações. Se um investidor comprar 100 ações por R$ 1.000,00 cada, terá uma carteira de R$ 100.000,00. Vamos supor que um ano depois as ações estejam valendo R$ 2.000,00 cada e a carteira R$ 200.000,00, o investidor vai declarar em seu imposto de renda o valor pago pelas ações, ou seja R$ 100.000,00", explica Rossano Oltramari, da XP Investimentos.

"Caso esse aplicador resolva vender todas as suas ações por R$ 200.000,00, pagará 15% de imposto de renda sobre o ganho líquido, que é de R$ 100.000,00. O imposto a ser pago é de R$ 15.000,00. No entanto, se o investidor optar por vender suas ações aos poucos, até o limite de R$ 20.000,00 por mês, não pagará nenhum imposto de renda sobre os ganhos líquidos", completa.

Investidores não dão a devida importância
Essas regras são de conhecimento público, mas muitos investidores não dão a devida importância. Por exemplo, um poupador que esteja pensando em ingressar em um fundo de investimento visando o longo prazo deveria avaliar a possibilidade de aplicar os seus recursos em ações.

É verdade que a nova legislação impõe uma tabela decrescente de alíquota de IR para os fundos de investimento, de acordo com tempo da aplicação e que os fundos de previdência privada também adotam tratamento fiscal diferenciado. No entanto, todas as opções anteriormente descritas sofrem em algum período com a "mordida do leão", situação superada por quem aplica em ações e adota os procedimentos anteriormente descritos.

Interessante alternativa de investimento de longo prazo
Lembrando que nos últimos anos a Bovespa proporcionou ganhos maiores do que proporcionados pelos títulos de renda fixa e que as premissas de juros em queda, liquidez internacional robusta e perspectivas satisfatórias para a economia indicam que o segmento de renda variável deverá continuar proporcionado interessantes ganhos, analistas ressaltam a atratividade de se investir em ações, principalmente quando se pensa no longo prazo.

A sugestão que fica é que quem estiver avaliando a possibilidade de aplicar seus recursos regularmente em um plano de previdência privada, ou fundo de investimento de logo prazo similar, poderia também avaliar seriamente as opções oferecidas pelo mercado de renda variável.

É verdade que investir em ações embute uma série de riscos. No entanto, um bom planejamento pode ajudar a mensurar e reduzir o impacto de qualquer contratempo. Busque o maior volume de informações possível e ajuda profissional, se achar necessário. Cautela e racionalidade são regras a serem seguidas por quem procura bons ganhos.

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sábado, dezembro 02, 2006

Você sabe o que pode destruir seu patrimônio?

Depois de anos poupando dinheiro para não depender financeiramente de familiares, existem fatores que podem simplesmente colocar todo aquele valor investido por água abaixo.

No entanto, você sabe quais os riscos que podem destruir o seu patrimônio? Muitas vezes eles chegam sem que você perceba e, quando menos espera, tudo se foi. A empresa faliu, a inflação acabou com suas reservas ou a poupança teve de ser usada. Para que isso não aconteça, veja abaixo as armadilhas em que você não pode cair.

Aplicações erradas
É preciso saber que não existe a aplicação financeira ideal, aquela na qual, se qualquer pessoa investir, ganhará muito dinheiro. Se fosse assim, todas as pessoas investiriam e ninguém passaria por dificuldades.

No entanto, não precisa se desesperar. Mesmo que não exista a carteira de ativos ideal para todos, existe aquela que se encaixa em seus objetivos. Escolha-a, mas cuidado ao trocar de aplicação financeira. Nesta hora, não se baseie em dicas, mas tenha um planejamento.

Estudos acadêmicos confirmam que mais de 90% da rentabilidade de uma carteira é estabelecida pela forma como o dinheiro está alocado nos mercados diversos.

Negócios mal sucedidos
Quando participa da construção de um negócio é fácil saber se está indo bem ou não. No entanto, quando simplesmente entram num segmento do mercado sem acompanhar sua evolução, as coisas se tornam mais difíceis para o aplicador.

Ao escolher um novo negócio para investir, saiba quanto do patrimônio poderá ser direcionado, para que não o comprometa, e qual a taxa de retorno esperada. Não faça tudo sozinho, para que o negócio não se torne mal sucedido, e sempre busque avaliar a viabilidade.

Crises financeiras
Além de seu negócio estar indo bem ou de seu patrimônio já ter chegado à quantia esperada, pense que a economia interfere em tudo e, principalmente, que em países como o Brasil, ela pode ser oscilante. Movimentos de especulação fortes fazem com que as pessoas percam o autocontrole e acabem por destruir com o patrimônio.

Um dos fatores da economia que podem acabar com uma reserva de dinheiro é a inflação. Mesmo que haja um cenário de estabilidade monetária, ou seja, taxas baixas, o efeito da inflação pode ser devastador no longo prazo se você não tiver a proteção adequada.

Problemas de sucessão e societários
Em negócios de família, ainda existe um fator que pode acabar com a empresa. Existem casos de bilionários brasileiros que morrem sem deixar partilha de bens e, ao final, as brigas impedem que os negócios se desenvolvam e que uma boa administração seja feita.

Além dos problemas com a família, os sócios devem estar atentos. Problemas entre as pessoas que administram as empresas ou quando uma delas morre. Então voltamos ao risco que as sucessões e brigas familiares oferecem ao patrimônio.

Entre os problemas familiares, ainda existem os divórcios. Mesmo com relação aos negócios, aplicações financeiras ou outros investimentos, quando o rendimento de uma das partes sai, o patrimônio também tende a cair.

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